Manjerona

Manjerona

A manjerona (Origamim majorana) pertence à família das Labiadas; é de origem africana e encontra-se subespontânea ou cultivada em todo o Portugal. A manjerona necessita de um solo leve, mas nutritivo. É excelente o solo pantanoso ou semi-pantanoso. No cultivo da horta, semeiam-se as sementes (que é melhor misturar com areia) em Março, em alfobres. Depois das geadas de Março-Abril faz-se a transplantação para terreno livre, distanciando a planta 20 a 40 centímetros. Com bom tempo são possíveis duas colheitas em média. Nas zonas que oferecem perigo de geadas pode proceder-se à sementeira directa em sulcos, na Primavera. A capacidade germinativa é de 70 a 90 %. A germinação produz-se.

Segurelha

Segurelha

A segurelha comum (Satureia hortensis), da família das Labiadas, e cultivada e apresenta-se como subespontânea em diversos pontos de Portugal. A planta corta-se durante a floração, dependura-se em ramos e poe-se a secar num lugar ventilado. A força de especiaria é maior quando só se cortam e secam as folhas arrancadas dos talos. Os ramos da segurelha conservam-se num sítio seco ou cortados dentro de latas bem fechadas. Esta planta não tem grandes exigências com respeito à espécie do solo. Semeia-se na Primavera em filas a 20 cm de distância; germina em catorze dias, sendo a capacidade de germinação aproximadamente de 70 %. A colheita faz-se durante o período da.

Chicória

Chicória

Uma variedade de cultivo da chicória é a branca. É a «Cichorium Intybus L.», frequente no Centro e Sul de Portugal, em campos secos e cultivados, conhecida pelo nome de chicória amarga. É muito amarga, de modo que o mais pertinente é cortar e esvaziar a extremidade do talo, pois é ali que se acumulam principalmente os componentes amargos. É claro que isto só se faz quando se quer prescindir de tais matérias amargas, que são precisamente as que excitam o apetite e aumentam a secreção biliar. A indicação frequente de lavar os talos e tirar-lhes o sabor amargo com água quente pode fazer com que o amargor se torne.