Alimentos utilizados no regime

Alimentos utilizados no regime

Segundo a prescrição do nutricionista são permitidos os seguintes alimentos: fruta crua, raízes cruas, leite cru, manteiga, flocos de aveia crus, pão integral, ovos crus e mel. Entre a fruta figuram: maçãs, peras, ameixas, avelãs, nozes, sementes de girassol, feijão verde tenro, cerejas, uvas, pêssegos, uva, groselha, framboesas, amora, laranjas, bananas, amêndoas, castanhas americanas, flocos, amendoins, tomates, cerais (grãos de trigo e de centeio germinados) e frutos secos (tâmaras, figos, passas de corinto e de Málaga). Entre as raízes contam-se, principalmente, as cenouras e o nabo. Depois de haver observado durante dez anos o efeito deste regime em mais de 2500 doentes, julga o nutricionista (cujos doentes foram cuidadosamente observados.

Coentro

Coentro

Entre as Umbelífcras, encontra-se também o coentro (Coriandrum sativum), cultivado e subespontâneo entre as messes e campos de quase todo o Portugal. O coentro semeia-se directamente de Março a Abril em filas de 25cm de separação. O peso de mil sementes é de 9,1 a 9,8 g; a capacidade de germinação é de 77 % em média; germinação em duas ou três semanas. Para 100 m2 calculam-se 250 g de semente, sendo a colheita nessa mesma extensão de uns dez a vinte quilos. Quando os frutos começam a amadurecer cortam-se as plantas ou então debulham-se ou expõem-se ao sol sobre panos até os frutos caírem maduros. O coentro seco é.

Roseira Silvestre

Roseira Silvestre

Pertence a conhecidíssima rosa silvestre (Rosa canina) à família das Rosáceas. A sua popularidade fica demonstrada pelas numerosas designações que apresenta. Tem muitas variedades, com as mesma aplicações, conhecidas com diversos nomes, conforme as regiões. A roseira silvestre ou roseira-brava forma arbustos lenhosos com grandes ramos, defendidos com espinhos torcidos em forma de anzol. É no Outono que se colhem os seus frutos. É preciso cuiiado para não se apanharem arranhões tanto nas mãos, como nos braços e na roupa. Limpam-se dos restos dos talos e das flores. Se não se consumirem frescos, devem ser estendidos numa só camada para secar. Quando estiverem secos, passada uma semana, acabam-se de secar.

Mostarda Negra

Mostarda Negra

A mostardeira negra (Brassica Migra) é da família das Crucíferas. Frequente nas searas, campos e caminhos do Minho, Estremadura e Alentejo. Em pequenas quantidades, cortam-se e atam-se em feixes os talos, a partir de Julho, depois de as bainhas adquirirem um tom amarelado; estendem-se em seguida num pano. Os grãos de cor pardacenta-amarclada caídos conservam-se secos em recipientes de vidro, devendo com frequência ser observados e agitados. A mostarda negra costuma cultivar-se também em terrenos pobres e climas duros; mas é melhor o solo arenoso que lenha húmus. A humidade do terreno encharcado é prejudicial. O esterco de cavalariça fresco afecta a formação do fruto, favorecendo o desenvolvimento da folhagem..

Grão-De-Bico

Grão-De-Bico

O grão-de-bico (Cicer arietinun L.) procede, provavelmente, da região oriental da bacia mediterrânica. Presentemente, é uma planta que se encontra largamente cultivada em todos os países mediterrânicos. Ainda não se conhece a data do início da sua cultura. Os primeiros dados seguros encontram-se em Teofrasto e Dioscórides. Hoje, pouco se cultiva esta leguminosa na Europa Central, mas o seu emprego está muito espalhado no Sul da Europa. Todas as partes da planta estão recobertas por uma curta e recta velosidade glandular que produz uma secreção viscosa que contém ácidos málico, acético e oxálico. Composição e propriedades As sementes, os denominados grãos-de-bico, conhecem-se facilmente pela sua forma. 100 grãos pesam cerca.