Excesso no emprego do sal

Excesso no emprego do sal

Necessidade de sal em proporção ínfima  Em princípio está certo o que o nutricionista já formulava: «só a dose que faz com que a coisa não seja venenosa». Basicamente, o sal não é, por si mesmo, um veneno, utilizando-se por isso na homeopatia; mas, na quantidade que se toma na alimentação habitual, uns vinte ou trinta gramas diários, aparecem os efeitos tóxicos de uma coisa evidentemente excessiva. Também é válido para o sal o que já se disse sobre as substâncias puras. O sal comum é cloreto de sódio puro, livre de todos os aditamentos naturais, antigamente chamados «impurezas». Temos, assim, de voltar ao produto natural, isto é, ao sal.

Verduras silvestres

Verduras silvestres

Receita básica para verduras silvestres Um quilo de verduras, 50 g de azeite, 30 a 40 g de farinha, de um oitavo a um quarto de litro de leite, nata ou leite coalhado, cerca de um litro de caldo ( água ou caldo de verdura)  eventualmente cebola ou alho porro. As verduras muito picadas refogam-se primeiramente em gordura. Completa-se depois com água ou caldo. Mistura-se a farinha com o leite ou a nata e juntam-se as verduras. Cozem-se estos depois e temperam-se. Se se quiser, refogam-se com as verduras, cebolas ou alho porro muito picados. Ou então: As verduras silvestres cozem-se brevemente em água temperada de sal, com uma cebola.

Borragem

Borragem

A família das Borragináccas proporciona-nos como saborosa especiaria vegetal a borragem (Burrago Oficinalis). Espontânea e cultivada encontra-se em quase toda a Península Ibérica. Antes e durante a floração cortam-se as folhas à tesoura, pois só se empregam frescas como condimento ou como aditamento a uma salada. As folhas secas perdem sabor e são de conservação difícil. Cortam-se de Junho a Agosto e secam-se o mais rapidamente possível. As flores, empregadas muitas vezes como elemento decorativo, também se colhem. A sementeira faz-se na Primavera em filas; a distância entre os sulcos deve ser de 25 cm. O mais prático é fazer várias sementeiras seguidas, porque as folhas jovens são as mais.

Pepino

Pepino

O pepino (Cucumis sativus), como a abóbora, pertence à família das Cucurbiláceas. Composição A ideia bastante espalhada de que o pepino carece de valor nutritivo é equivocada. Não se pode, decerto, classificar o pepino de «nutritivo» no sentido vulgar, pois é muito pobre nos chamados elementos de massa: proteína, gordura e fécula. Consiste principalmente de água, mas pode provar-se a presença nela e em dissolução de vitaminas e minerais, tão importantes numa alimentação completa, como os factores de massa. Com razão se tem popularizado o pepino como alimento em muitas preparações. Os pepinos exercem três efeitos característicos no organismo humano: o diurético, o laxante e o depurativo, que participam proporcionalmente.

Onagra

Onagra

Também a família da Oenoteráceas nos oferece uma planta útil, cujo nome mais vulgar é o de onagra (Oenotfiera bienais). A onagra procede da América do Norte e chegou à Europa em 1614, aclimatando-se desde há muito tempo como planta de cozinha e de adorno. As suas sementes propagaram-se com o desenvolvimento do caminho de ferro por toda a Europa, de modo que hoje a onagra recobre as margens das instalações ferroviárias. Composição e propriedades Como maiorias activas descobriram-se: fitosterina, provavelmente álcool arílico, parafina, resina, globagena, tanino, açúcar invertido, pentosanas, invertina, mucilagem, etc. Nas flores: fitosterina, um corante amarelo e outros (Wehmer). As análises conhecidas ate agora são muito deficientes..