Couves

Couves

A couve (Brassica) pertence à numerosíssima família das Crucíferas (umas 1900 espécies), que compreende quase sem excepção todas as verduras. Contém numerosos óleos consistentes e enxofrados que estimulam o apetite e reforçam assecreções das glândulas, especialmente no tubo gastrintestinal. Esta planta está largamente representada em Portugal. As formas de cultivo mais comuns são a couve portuguesa, a couve galega, a couve lombarda, a couve crespa ou de Sabóia, a couve de Bruxelas, a couve-rábano, a couve-flor, o repolho, os bróculos, os nabos e as nabiças. Composição e propriedades Até hoje, infelizmente, não nos podem dizer muita coisa os químicos a este respeito. Conhece-se, porém, o conteúdo das diferentes variedades de.

Melão

Melão

Muito próximo do pepino, o melão (Cucumis melo) procede das zonas tropicais da Ásia e da África, e pertence à família das Cucurbitáceas. Os melões apresentam-se nos países quentes em grandes quantidades de formas e de variedades. Composição, propriedades e usos A composição nutritiva dos melões é a seguinte: proteínas, 0,7-1 %; gorduras, 0,25-0,33 %; hidratos de carbono, 2-6 %; água 90 %. Nesta última fracção encontram-se 8 mg % de sódio, 75 mg % de potássio, 11 mg % de cálcio, 3 mg % de magnésio e 1 mg % de ferro. Entre as vitaminas é de interesse o teor em vitamina A, com 600 U. I. em 100.

Excesso de proteínas animais

Excesso de proteínas animais

Necessidade de proteínas  A chamada «questão proteínica» já excitou muito os ânimos, mas precisamente neste aspecto levou a investigação moderna aos mais assombrosos e importantes conhecimentos e esclarecimentos. Os ditos estudos servem de base às seguintes conclusões: As proteínas são, para nós, matéria vital imprescindível, da qual — tanto segundo as antigas doutrinas sobre nutrição como as modernas — necessitamos de uma média de 60 a 90 gramas por dia. Não é esta a quantidade mínima suficiente, mas a mais favorável possível. Há que ter muito em conta que tanto um contributo insuficiente como uma alimentação excessiva de proteínas podem originar prejuízos no organismo. A doutrina de que a proteína.

Ervilhas

Ervilhas

A ervilha cultivada (Pisum sativum) procede, ao que parece, da silvestre {Pisum arvense). As ervilhas doces constituem com as suas vagens tenras e verdes um excelente alimento para doentes. Como ervilha de semeadura prefere-se a madura e amarela que se pode empregar na obtenção de sopas, legumes ou farinhas nutritivas. Composição e propriedades Do seguinte quadro pode deduzir-se a grande diferença quanto ao valor alimentar entre as ervilhas frescas, tenras e verdes e as maduras, secas e amarelas: 100g contém Proteínas Gordura Hidrocarbonatos Água calorias Ervilhas frescas, tenras e verdes 6,6 g 0,5 g 12,7 g 17,7 g 83 Ervilhas maduras, secas e amarelas 23,4 g 1,9 g 47,3 g.

Feijão

Feijão

Os feijões (Phaesolus vulgaris) pertencem à família das Leguminosas e possuem um talo alto que se enrola para a esquerda, ao passo que o feijão anão (Phaesolus nanus) é uma planta com um talo só de 30 a 50 cm e que não se enrola. É muito comum em Portugal. Muito antes do descobrimento da América, já ali se cultivava o feijão. Os espanhóis trouxeram-no para a Europa, no século XVI, mas não se lhe prestou a princípio grande atenção. Mais tarde, ocupa o lugar da fava (Vicia faba), tão apreciada pelos Germanos. Algumas espécies consideram-se tóxicas se forem consumidas cruas. A toxicidade varia conforme a espécie, a região e.