Molhos doces

Molhos doces

Molho de rosa silvestre Três colheres grandes de doce de rosa silvestre, meio litro de sumo e maça ou de uva (ou meio litro de água com sumo de limão), três colheres grandes de farinha de batata. O doce de rosa silvestre dilui-se no sumo de maçã ou de uva e coze-se até ficar espesso com farinha de batata. Pode-se diluir o doce também em água, mas acrescentando sumo de limão. E muito conveniente para pudim de sêmola, arroz e pão, assim como para sanduíches, torradas, etc. Molho doce de azeda Duas colheres grandes bem cheias de farinha, um pouco de leite, duas ou três colheres grandes de azedas bem.

Coentro

Coentro

Entre as Umbelífcras, encontra-se também o coentro (Coriandrum sativum), cultivado e subespontâneo entre as messes e campos de quase todo o Portugal. O coentro semeia-se directamente de Março a Abril em filas de 25cm de separação. O peso de mil sementes é de 9,1 a 9,8 g; a capacidade de germinação é de 77 % em média; germinação em duas ou três semanas. Para 100 m2 calculam-se 250 g de semente, sendo a colheita nessa mesma extensão de uns dez a vinte quilos. Quando os frutos começam a amadurecer cortam-se as plantas ou então debulham-se ou expõem-se ao sol sobre panos até os frutos caírem maduros. O coentro seco é.

Assados e fiambres vegetarianos

Assados e fiambres vegetarianos

Tomates assados 200g de pão integral ou pão branco, 200 g de puré de tomate, 25 g de cebola, meio dente de alho, um punhado de ervas silvestres e de especiaria (salsa, borragem, urtiga, um pouco de salva e de artemísia), dois ovos, de 50 a 100g de manteiga, um pouco de sal e miolo de pão. Embebe-se O pão integral ou branco num puré de tomate, que deve ser o mais espesso possível e pica-se à mão ou mecanicamente com as cebolas, o alho e as ervas silvestres ou de especiaria, para se conseguir uma massa, o mais fina possível. Bate-se esta massa firmemente com os ovos, a manteiga derretida.

Formas e preparação: massas, tortas, pão

Formas e preparação: massas, tortas, pão

Há uns dois mil anos que o pão foi substituindo as massas e as tortas paulatinamente, o que forçosamente trouxe consigo um maior prestígio para os cercais que por natureza eram especialmente panificáveis como o trigo e o centeio. Sempre que a farinha panificável se elabore com grão integral e seja cozida neste estado, o pão torna-se um valioso alimento natural. Mas com o constante aumento da técnica e do progresso da moagem chegou-se ao desperdício de vários elementos essenciais do grão de cereal, visto não servirem para a elaboração do pão, mas só para a preparação de rações para animais. Trata-se do germe e da casca do grão, componentes.

Em regimes profiláticos e de cura

Em regimes profiláticos e de cura

Pudim de couve-flor e arroz 220 g de arroz integral espalhado num litro de água com algumas especiarias. Sobre o passador põe-se ao vapor uma couve-flor. Prepara-se uma pasta de farinha com 40 g de azeite, 40 g de farinha e meio litro de caldo de verduras, temperando-a e engrossando-a com gema de ovo. Pode também acrescentar-se um pouco de pão ralado. Numa forma de biscoito com gordura põe-se uma camada de arroz que chegue até metade, colocando depois sobre o arroz a couve-flor partida e a metade do molho. Em cima deita-se o resto do arroz e o molho. No final, polvilha-se com pão e queijo ralado. Deixa-se cozer.