Morangos

21 Ago 2017
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Morangos

O morango silvestre (Fragaria vesca), de perfume fragrante, faz parte da grande família das Rosáceas e tem vários nomes. Encontram-se silvestres nos lugares frescos e húmidos, nas montanhas. Desde Março, colhem-se as folhas com talos. Retiram-se todas as carcomidas, descoradas ou que tenham galhos. Guardam-se em cestas e pouco depois guardam-se, simplesmente, no chão arejado para secarem. As folhas secas conservam a cor das verdes. Guardam-se as folhas em sacos. Também se podem utilizar, naturalmente, as folhas dos morangos cultivados. Os frutos maduros colhem-se nas horas da madrugada, logo que desaparece o orvalho e guardam-se em cestos. Só se empregam frescos ou de conserva. Composição e propriedades As folhas conservam.

Funcho

02 Ago 2017
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Funcho

À família das Umbelífcras pertence o funcho (Foeniculum officinale), que no estado silvestre se encontra nas sebes, margens dos campos, entulhos e entre as rochas em todo o Portugal. No Outono, corta-se a planta a 5 cm do solo, desenterram-se os renovos e dispõem-se atados numa cova que se recobre cuidadosamente com palha ou terra. Na Primavera do segundo ano transplantam-se as plantas mais desenvolvidas para o campo propriamente dito, onde as flores e os frutos amadurecem. Plantam-se de dois em dois à distância de 50 a 70 centímetros. O tempo da germinação é de três semanas. Os frutos amadurecem a partir de Setembro. As umbelas centrais, que são as.

Manjerona

15 Jul 2017
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Manjerona

A manjerona (Origamim majorana) pertence à família das Labiadas; é de origem africana e encontra-se subespontânea ou cultivada em todo o Portugal. A manjerona necessita de um solo leve, mas nutritivo. É excelente o solo pantanoso ou semi-pantanoso. No cultivo da horta, semeiam-se as sementes (que é melhor misturar com areia) em Março, em alfobres. Depois das geadas de Março-Abril faz-se a transplantação para terreno livre, distanciando a planta 20 a 40 centímetros. Com bom tempo são possíveis duas colheitas em média. Nas zonas que oferecem perigo de geadas pode proceder-se à sementeira directa em sulcos, na Primavera. A capacidade germinativa é de 70 a 90 %. A germinação produz-se.

Abrunhos

17 Jun 2017
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Abrunhos

O frequentemente desprezado abrunheiro (Prunus Spinosa) pertence à família das Rosáceas, dá-se em toda a Península Ibérica, em sebes, matos e lugares pedregosos. Este arbusto tem muitos nomes. Costuma apresentar-se como arbusto espinhoso perene bastante espesso, com a casca quebradiça, cinzento-escura, de mais de dois metros de altura. Os frutos, quase esféricos, sumarentos e de sabor amargo, com um só caroço grande, quando maduros têm uma cor azulada; o interior é polpudo e verde. Colhem-se e empregam-se as flores, seguindo as normas repetidas nas espécies anteriores. Composição Nas sementes, encontram-se geralmente 3 % de amigdalina, óleo gordo e emulsina; nas folhas, um glicósido e nas flores pequenas quantidades de glicósidos.

Coentro

23 Mai 2017
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Coentro

Entre as Umbelífcras, encontra-se também o coentro (Coriandrum sativum), cultivado e subespontâneo entre as messes e campos de quase todo o Portugal. O coentro semeia-se directamente de Março a Abril em filas de 25cm de separação. O peso de mil sementes é de 9,1 a 9,8 g; a capacidade de germinação é de 77 % em média; germinação em duas ou três semanas. Para 100 m2 calculam-se 250 g de semente, sendo a colheita nessa mesma extensão de uns dez a vinte quilos. Quando os frutos começam a amadurecer cortam-se as plantas ou então debulham-se ou expõem-se ao sol sobre panos até os frutos caírem maduros. O coentro seco é.