Alface de Cordeiro

23 Ago 2017
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Alface de Cordeiro

A alface de cordeiro (Valerianella otitoria) pertence à família das Valerianáceas. É muito frequente nos campos cultivados e pousios de Trás-os-Montes e Beira Litoral. A alface de cordeiro torna-se uma planta valiosa nas hortas pequenas, visto poder substituir durante todo o Inverno a alface comum. Em 100 g contém 42 mg de vitamina C, 0,4 g de gordura, 2,7 g de hidrocarbonatos, 13,1 g de albumina e numerosos sais. Como planta medicinal, a alface de cordeiro não desempenha um papel de importância. Como alimento, esta planta é muito apreciada, pois dela se pode dispor numa época do ano em que se encontram poucas hortaliças ou verduras ricas em vitaminas. Pode.

Cerefolho

08 Ago 2017
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Cerefolho

A família das Umbelíferas apresenta-nos o Corefolho ou Cerefólio (Anthriscus cerefolium), originária do Sul da Rússia. A planta não só está relacionada com a salsa, como também é muito parecida com ela. Pode cultivar-se em qualquer horta. O mais prático é repetir valias vezes a sementeira entre Março e princípios do Verão em terreno sombrio, em filas separadas umas das outras, à distância de uns quinze a vinte centímetros. Por cada metro quadrado são precisos uns dois gramas de sementes (mil sementes pesam de 1,7 a 2,3 g). Devem estar húmidas para lhes favorecer o desenvolvimento. A germinação dura de duas a três semanas. A humidade dos grãos é de.

Borragem

25 Jul 2017
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Borragem

A família das Borragináccas proporciona-nos como saborosa especiaria vegetal a borragem (Burrago Oficinalis). Espontânea e cultivada encontra-se em quase toda a Península Ibérica. Antes e durante a floração cortam-se as folhas à tesoura, pois só se empregam frescas como condimento ou como aditamento a uma salada. As folhas secas perdem sabor e são de conservação difícil. Cortam-se de Junho a Agosto e secam-se o mais rapidamente possível. As flores, empregadas muitas vezes como elemento decorativo, também se colhem. A sementeira faz-se na Primavera em filas; a distância entre os sulcos deve ser de 25 cm. O mais prático é fazer várias sementeiras seguidas, porque as folhas jovens são as mais.

Açafrão

15 Abr 2017
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Açafrão

A origem do açafrão (Crocus sativus) tem de se procurar no Oriente. Pertence à família das Iridáceas. O açafrão é pouco cultivado em Portugal. O que farmacêuticamente se conhece por açafrão (Crocus) são os estigmas secos e vermelhos que pendem em todo o seu comprimento das flores. Para um quilo de açafrão são necessárias 100 000 flores. Por isso o seu preço é muito elevado e falsifica-se com frequência. Composição e aplicações As matérias activas até hoje conhecidas são a crocina, a picroína, que dá origem a um óleo essencial, e ainda o caroteno, o licopeno e ricos hidrocarboretos alifáticos (segundo Madaus). O açafrão mostra claros efeitos sobre a matriz..

Tomilho

08 Jan 2017
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Tomilho

O tomilho (Thymus vulgaris) é comum em Portugal, sobretudo nas zonas mais ou menos áridas. Pouco antes de florir, cortam-se-lhe as folhas em dias quentes e cheios de sol, a partir do meio-dia, e rente ao chão. Para o consumo culinário basta colher geralmente algumas folhas soltas. Num sótão arejado secam-se rapidamente as folhas arrancadas dos talos, voltando-as com frequência. O tomilho seco adquire uma forte cor verde e tem um cheiro marcado de especiaria. A conservação efectua-se em caixas, latas ou recipientes de vidro hermeticamente fechados. Composição Os elementos activos até agora conhecidos são o óleo essencial até 1,7%, que contém sobretudo uns 50% de timol, um pouco de.