Alimentação artificial

Alimentação artificial

Quando por diferentes razões se deve implantar a alimentação com o biberão, tem de ser feita com os maiores cuidados, necessários em absoluto para alimentar «artificialmente» a criança. Antes de mais, é necessária a mais rigorosa limpeza na preparação do alimento, assim como é necessário evitar toda a modificação necessária nas diversas espécies de alimentos a empregar. Toda a ciência de alimentação artificial consiste precisamente em tratar de conseguir uma alimentação a mais parecida possível com a natural. Emprega-se geralmente leite de vaca, mas também de ovelha e de cabra, embora esta última possa produzir anemia. Na composição comparada do leite de vaca e da mulher existem algumas diferenças, como.

Molhos

Molhos

 Receita básica para molhos de plantas silvestres 150g de ervas, 30 g de azeite, 30 a 40 g de farinha, meio litro de líquido (água ou caldo de verduras eventual mente, em parte, leite), sal a gosto. Com azeite, farinha e liquido prepara-se um molho de farinha branca, à qual se adicionam ervas de cheiro muito picadinhas, deixando-as repousar durante dez minutos. Molho de especiarias vegetais Um ovo, meio litro de leite coalhado ou soro de manteiga, sumo de limão, um pouco de açúcar e especiarias vegetais muito misturadas. A gema de ovo muto cozida, uma vez esmagada, mistura-se com o leite coalhado ou com o soro de manteiga, o.

Tupinambo

Tupinambo

O tupinambo ou girassol batateiro (Helianthus luberosus) pertence à família das Compostas. Esta planta, originária da América do Norte, jazeu muito tempo no esquecimento, mas hoje volta a pensar-se nela e fomenta-se a sua cultura. O tupinambo desenvolve-se bem onde se dá a batata. Inclusivamente em solos pedregosos e de escasso valor, e até em terrenos arenosos. Composição No tubérculo encontra-se, segundo nutricionistas, aglutinina, que se denominou fasina. Há também 1,87 % de proteína, 0,2% de gordura, 16,4 % de hidrocarbonalos, 79,1 % de água. O conteúdo em minerais corresponde ao da batata. Os lupinambos possuem, portanto, um excesso em componentes básicos (de acção alcalina). Regista-se a presença de vitaminas,.

Manjerona

Manjerona

A manjerona (Origamim majorana) pertence à família das Labiadas; é de origem africana e encontra-se subespontânea ou cultivada em todo o Portugal. A manjerona necessita de um solo leve, mas nutritivo. É excelente o solo pantanoso ou semi-pantanoso. No cultivo da horta, semeiam-se as sementes (que é melhor misturar com areia) em Março, em alfobres. Depois das geadas de Março-Abril faz-se a transplantação para terreno livre, distanciando a planta 20 a 40 centímetros. Com bom tempo são possíveis duas colheitas em média. Nas zonas que oferecem perigo de geadas pode proceder-se à sementeira directa em sulcos, na Primavera. A capacidade germinativa é de 70 a 90 %. A germinação produz-se.

Abóboras

Abóboras

Procedente da América tropical, chegou a abóbora (Cucurbita pepo) no século XVI, via Itália, sendo hoje muito apreciada. Emprego como vermífugo Não podemos esquecer que a abóbora figura com insistência nos escritos de Hipócrates. A partir de então encontra-se recomendada em todos os antigos e modernos herbolários como um bom meio diurético, e as suas pevides como excelente vermífugo. As pevides maduras (verdadeiras sementes) contêm uma substância, ainda não conhecida, que diminui a capacidade de adesão da cabeça da ténia. Como excelente meio de expulsão de «solitárias», empregam-se as pevides de abóbora do seguinte modo: 1) Depois de uma dieta absoluta num mínimo de doze horas, as crianças devem consumir.