Cocos

Cocos

Nos trópicos o coco (Cocos nuccifera) é muito apreciado tanto pelos brancos como pelos nativos, por causa da sua polpa branca e substanciosa e pelo refrescante leite, tudo protegido por uma duríssima casca. A polpa e o leite de coco constituem um alimento geral naquelas regiões, pois podem ter diversas aplicações. Pode ser ralado, assado, cozido e empregar-se em numerosos preparados. Também são quase imprescindíveis na cozinha tropical o óleo e a gordura do coco. As pouco exigentes palmeiras de cocos não só facilitam aos indígenas os cocos, cuja casca lhes serve muitas vezes de vasilha, como também as folhas para os tectos das cabanas de barro; o miolo vende-se.

Borragem

Borragem

A família das Borragináccas proporciona-nos como saborosa especiaria vegetal a borragem (Burrago Oficinalis). Espontânea e cultivada encontra-se em quase toda a Península Ibérica. Antes e durante a floração cortam-se as folhas à tesoura, pois só se empregam frescas como condimento ou como aditamento a uma salada. As folhas secas perdem sabor e são de conservação difícil. Cortam-se de Junho a Agosto e secam-se o mais rapidamente possível. As flores, empregadas muitas vezes como elemento decorativo, também se colhem. A sementeira faz-se na Primavera em filas; a distância entre os sulcos deve ser de 25 cm. O mais prático é fazer várias sementeiras seguidas, porque as folhas jovens são as mais.

Ovos

Ovos

Valor nutritivo Os ovos de galinha permanecem vivos até decorrerem catorze dias após terem sido postos. Até que o germe não tenha morrido, segundo o doutor, os ovos consideram-se nutritivos. Ao passo que a gema contém quase todas as vitaminas e auxonas, pode consideraram-se a clara desprovida absolutamente delas. Naturalmente, a cocção do ovo prejudica tanto a albumina da clara como os elementos vitais da gema. Por muito valioso que o ovo pareça por causa do seu elevado teor de componentes nutritivos e activos, não devemos esquecer a redução deste valor pelo emprego do calor. Em geral, exagera-se bastante a eficácia do ovo como alimento. O valor alimentício de um.

Alimentação artificial

Alimentação artificial

Quando por diferentes razões se deve implantar a alimentação com o biberão, tem de ser feita com os maiores cuidados, necessários em absoluto para alimentar «artificialmente» a criança. Antes de mais, é necessária a mais rigorosa limpeza na preparação do alimento, assim como é necessário evitar toda a modificação necessária nas diversas espécies de alimentos a empregar. Toda a ciência de alimentação artificial consiste precisamente em tratar de conseguir uma alimentação a mais parecida possível com a natural. Emprega-se geralmente leite de vaca, mas também de ovelha e de cabra, embora esta última possa produzir anemia. Na composição comparada do leite de vaca e da mulher existem algumas diferenças, como.

Pratos de fruta fria

Pratos de fruta fria

Espuma de maçã 375g de maçã ralada a cru e com casca, misturada com sumo de limão, açúcar e claro de ovo, batendo até obter espuma. Dispõe-se em pratos ou taças de gelados. Bagas com leite ácido, iogurte ou soro de manteiga Misturam-se arandos Frescos com leite coalhado, iogurte ou soro de leite, com um pouco de pão integral ralado ou outro tipo preferido de flocos de cercais e um pouco de canela. A groselha, a framboesa e a amora podem empregar-se da mesma maneira. Isto proporciona um alimento estimulante e refrescante no Verão. Morangos com papas de noz Passam-se os morangos por uma peneira, misturam-se com o doce de noz.