Alimentação artificial

Alimentação artificial

Quando por diferentes razões se deve implantar a alimentação com o biberão, tem de ser feita com os maiores cuidados, necessários em absoluto para alimentar «artificialmente» a criança. Antes de mais, é necessária a mais rigorosa limpeza na preparação do alimento, assim como é necessário evitar toda a modificação necessária nas diversas espécies de alimentos a empregar. Toda a ciência de alimentação artificial consiste precisamente em tratar de conseguir uma alimentação a mais parecida possível com a natural. Emprega-se geralmente leite de vaca, mas também de ovelha e de cabra, embora esta última possa produzir anemia. Na composição comparada do leite de vaca e da mulher existem algumas diferenças, como.

Couves

Couves

A couve (Brassica) pertence à numerosíssima família das Crucíferas (umas 1900 espécies), que compreende quase sem excepção todas as verduras. Contém numerosos óleos consistentes e enxofrados que estimulam o apetite e reforçam assecreções das glândulas, especialmente no tubo gastrintestinal. Esta planta está largamente representada em Portugal. As formas de cultivo mais comuns são a couve portuguesa, a couve galega, a couve lombarda, a couve crespa ou de Sabóia, a couve de Bruxelas, a couve-rábano, a couve-flor, o repolho, os bróculos, os nabos e as nabiças. Composição e propriedades Até hoje, infelizmente, não nos podem dizer muita coisa os químicos a este respeito. Conhece-se, porém, o conteúdo das diferentes variedades de.

Feijão

Feijão

Os feijões (Phaesolus vulgaris) pertencem à família das Leguminosas e possuem um talo alto que se enrola para a esquerda, ao passo que o feijão anão (Phaesolus nanus) é uma planta com um talo só de 30 a 50 cm e que não se enrola. É muito comum em Portugal. Muito antes do descobrimento da América, já ali se cultivava o feijão. Os espanhóis trouxeram-no para a Europa, no século XVI, mas não se lhe prestou a princípio grande atenção. Mais tarde, ocupa o lugar da fava (Vicia faba), tão apreciada pelos Germanos. Algumas espécies consideram-se tóxicas se forem consumidas cruas. A toxicidade varia conforme a espécie, a região e.

Pâncreas

Pâncreas

Quando se fala no pâncreas, a maior parte das pessoas pensam na secreção desta glândula, isto é, na produção de insulina, a hormona que se torna imprescindível para a combustão das matérias açucaradas e cuja falta provoca a diabetes ou enfermidade do açúcar (diabetes mellitus). Como se sabe, a insulina só se segrega numa parte reduzida do pâncreas, precisamente nas «células insulares» ou ilhotas cie Langerhans na parte posterior do tecido glandular. Muito pouca gente, porém, pensa na produção de pancreatina, outra função sumamente importante desta glândula que, ao contrário da insulina, não passa directamente para o sangue mas que, acumulada em diminutos vasos, se vai introduzindo pelo canal pancreático.

Uvas

Uvas

Nalgumas regiões da Península Ibérica encontra-se, espontaneamente, a Vitis labrusca ou videira silvestre. Mas o número de variedades obtidas a partir da videira cultivada (Vitis vinifera), que se exploram tradicionalmente para consumo de mesa, é enorme. Composição Entre os elementos activos e na composição do sumo de uvas, encontramos: água 72,92 %, albumina 0,38 %, glicose 23,51 %, outros hidratos de carbono 2,23 %, cremor tártaro 0,52%, ácido tartárico 0,29 %, outros ácidos 0,29 % e minerais 0,50 %. O valor calórico é reduzido. 100 gramas de uvas contêm apenas 79 calorias. Também não é grande o conteúdo em vitaminas. Modo de acção O aproveitamento das uvas é muito variado..