Nozes

Nozes

Entre as plantas que produzem nozes (Juglandáceas) figura a nogueira (Juglans regia), árvore muito conhecida, de 10 a 20 metros de altura, que possui uma casca cinzento-clara que com os anos apresenta grandes rachas. A nogueira precede da Asia; ainda hoje existem enormes bosques de nogueiras no Himalaia. Pela sua grande capacidade de adaptação e suas poucas exigências quanto ao solo, tem sido introduzida em quase todos os países do mundo. O seu desenvolvimento é fácil, desde que se escolham para a sementeira variedades autóctones e acreditadas. Características e emprego como alimento O valor nutritivo completo supera o da carne de vaca com muita vantagem. 100 quilos de nozes contêm.

Juncinha mansa

Juncinha mansa

Uma planta alimentar de grande interesse é a juncinha mansa (Cyperus esculentus), tubérculo de uma ciperácea, que em Portugal também é conhecida por junça de comer, juncinha avelanada e chufa. Embora botânicamente não possa figurar entre os frutos de noz, temos de a incluir aqui por causa da sua semelhante aplicação. Este tubérculo constitui, como a soja, uma rara concentração de alimentos. Composição e propriedades Além de ser uma planta herbácea, dá vida a numerosos tubérculos de grande riqueza nutritiva, cuja análise sobre matéria seca dá os seguintes valores: gordura, 20-24 %; proteína bruta 3-6,5 %; fibra bruta, 15.23 %; féculas, 2-3%; vitaminas (especialmente H e P) e numerosas enzimas..

Espargos

Espargos

Sob o ponto de vista da Botânica, o espargo (Asparagus officinalis), da família das Liliáceas, é um talo de cerca de um melro de altura, que se mantém no Inverno e tem uma raiz lenhosa. Os que se compram na Primavera, por bom preço, não são mais do que os rebentos recentes de um talo de numerosos rebentos, cujo desenvolvimento inicial exige uns três anos. Composição e propriedades Tão antiga como o cultivo do espargo é a observação dos efeitos diuréticos dos renovos das raízes e daí o seu significado terapêutico. Este conhecimento tem-se mantido em todos os tempos, embora presentemente desempenhe um papel na dieta que não está limitado.

O gérmen de trigo na diabetes

O gérmen de trigo na diabetes

O nutricionista considera eficaz o emprego da vitamina B1 nos diabéticos, por produzir efeitos semelhantes aos da insulina. Não pode, decerto, substituir a insulina; mas é provável que facilite em alto grau o acesso da insulina às células orgânicas. Também a vitamina E exerce o efeito de reduzir a quantidade de açúcar no sangue, como se demonstrou experimentalmente, embora ainda não esteja totalmente explicado o mecanismo de acção. Como os gérmens de trigo constituem uma combinação natural destas matérias activas, o seu valor dietético para a diabetes é extraordinário. Com um consumo diário de quatro a cinco colheradas grandes cheias de gérmens de trigo, reduz-se nitidamente o excesso de açúcar.

Causas primárias da diabetes

Causas primárias da diabetes

O transtorno hormonal indica a existência de uma lesão constitucional fisiológica, que pode ser tanto hereditária como congênita ou adquirida no decurso da vida; por exemplo, devido a erros dietéticos ao longo de muitos anos ou ao abuso de excitantes ou drogas. A este respeito devo recordar que a diabetes é, sobretudo, uma doença de ricos. Numa quarta parte dos casos de diabetes pode comprovar-se a herança ou o frequente aparecimento da enfermidade na família. A obesidade, a gota e a arteriosclerose desempenham um papel importante no conjunto de causas. Os filhos de diabéticos podem, portanto, ter em si mesmos o germe da enfermidade. Pertence ao médico de família impedir,.