A pele reflete o estado do organismo

A pele reflete o estado do organismo

Todos os estímulos procedentes do interior e do exterior devem permanecer dentro dos limites da sua capacidade de adaptação para não se produzirem perturbações funcionais, inclusivamente lesões orgânicas duradoiras. Sabemos por experiência diária que entre as doenças de pele a imensa maioria tem sido causada por doença interna, perturbações do metabolismo, alterações nas glândulas hormonais, efeitos tóxicos provocados por uma prisão de ventre crônica, focos de infecção nos dentes, amígdalas, seios nasais ou aparelho genital. Se a isto se acrescentar uma importante insuficiência de elementos curativos e nutritivos devido a uma alimentação insuficiente mal combinada ou incompleta, pode produzir-se rapidamente o estado de hipersensibilidade da pele, a alergia. Qualquer estímulo.

Regime de cura para as doenças cutâneas

Regime de cura para as doenças cutâneas

O anteriormente exposto demonstrou que a base para o tratamento das doenças da pele é um regime alimentar apropriado, caracterizado por: 1. Pobreza em sal. 2. Pobreza em proteínas animal. 3. Falta de gordura animal. 4. Riqueza em vitaminas e fermentos. 5. Riqueza em minerais básicos, sobretudo cálcio. Não importa apenas ter em conta um fator isolado da alimentação, por exemplo o sal, como acontece com tanta frequência. O regime deve conter sempre alimentos crus nas suas diversas formas: por exemplo, dietas rigorosas de sumos de frutas e hortaliças, alimentos exclusivamente vegetarianos e a combinação destes com leite e produtos lácteos. Um regime curativo estrito, traçado segundo as últimas experiências,.

Roseira Silvestre

Roseira Silvestre

Pertence a conhecidíssima rosa silvestre (Rosa canina) à família das Rosáceas. A sua popularidade fica demonstrada pelas numerosas designações que apresenta. Tem muitas variedades, com as mesma aplicações, conhecidas com diversos nomes, conforme as regiões. A roseira silvestre ou roseira-brava forma arbustos lenhosos com grandes ramos, defendidos com espinhos torcidos em forma de anzol. É no Outono que se colhem os seus frutos. É preciso cuiiado para não se apanharem arranhões tanto nas mãos, como nos braços e na roupa. Limpam-se dos restos dos talos e das flores. Se não se consumirem frescos, devem ser estendidos numa só camada para secar. Quando estiverem secos, passada uma semana, acabam-se de secar.

Receitas para a criança

Receitas para a criança

Receita 1: preparação ao caldo de aveia (a 4%). 20 g de flocos de aveia são postos a cozer com água fria, na quantidade de meio litro, à chama lenta, durante 1 a 1 hora e meia. Passa-se a massa formada por uma peneira fina e restitui-se a água perdida na cocção até aos 500 g com água fervida. Isto mesmo se pode conseguir, de maneira mais fácil e rápida, utilizando para a preparação do caldo de aveia os preparados de caldos artificiais. Receita 2: Preparação da água de arroz. 60g de arroz integral (nunca farinha) deixam se amolecer durante 12 horas num litro de água; põem-se a cozer, durante.

Cárie Dentaria

Cárie Dentaria

Origem e formação das cáries A teoria da formação local da cárie data dos últimos vinte anos do século xix, quando a bacteriologia começou a imprimir o seu cunho em todas as investigações c cm todas as ideias. Trata-se da chamada teoria químico-parasitária da cárie de Miller e que, infelizmente, continua a ser a única aceite por muitos representantes da ciência. Diz esta teoria que a cárie se produz assim: os resíduos de alimentos que ficam entre os dentes (hidrocarbonatos) fermentam, produzindo ácidos. Estes privam os dentes das substâncias calcárias. O ponto enfraquecido fica exposto ao ataque das numerosas bactérias, sempre presentes na boca, que vão destruindo o dente. Se.