Arroz com maçã

Cozem-se 250 g de arroz num litro de leite. Batem-se 100 g de manteiga, 100 g de açúcar, duas gemas de ovo, limão ralado e um pouco de canela até ficar espumoso.
Mistura-se depois tudo isto com o arroz e acrescentam-se duas colheres grandes de farinha de batata. Conforme o paladar, podem juntar-se passas, amêndoas ou nozes e, finalmente, claras em ponto de neve. A massa pode pôr-se em camadas alternando com outras de pedaços de maçã e adoçada numa forma untada de gordura e polvilhada com miolo, para levar ao forno.

Chalota de maçã

500 g de maçã cortada; 125 g de passas de Corinto, meia chávena de açúcar, uma chávena de miolo de pão integral, um quarto de litro de água de limão ou de mosto doce. Cobre-se o fundo de uma forma untada e polvilhada de miolo com passas de Corinto; juntam-se em camadas, pedaços de maçã pequena, miolo de pão integral e passas de Corinto e manteiga. Cobre-se tudo com sumo de limão ou mosto doce e leva-se uma hora ao forno.

Bananas fritas

Descascam-se as bananas, recobrem-se com uma massa para tortilha a que se junta um pouco de azeite batido a frio, fritam-se no azeite até ficarem com um dourado ligeiro. Ao servirem-se, polvilhara-se com canela e açúcar.

Maçãs assadas (recheadas)

Descascam-se as maçãs e tira-se-lhes o interior dos caroços. O vazio enche-se com passas de Málaga e Corinto e noz ralada; junta-se manteiga e põem-se as maçãs numa forma lisa.Enche-se a forma de água até à altura de uns dois centímetros e leva-se ao forno. Quando as maçãs estiverem brandas, junta-se-lhos nata batida.

Compota de rosa silvestre com maçã
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250 g de cascas frescas ou 125 g de secas, limpas, de rosa silvestre, meio litro de água, um oitavo de litro de sumo de maçã, 250g de maçãs cozidas, açúcar ou mel a descrição e um pouco de casca de limão.
Cozem-se as rosas silvestres em água, casca de limão e um pouco de açúcar até ficarem moles. Junta-se depois o suco de maçãs e mistura-se com as maçãs cozidas. Se for necessário, pode separar-se o sumo.
As rosas silvestres cozidas devem ser postas de molho, durante duas horas.

Bocadinhos de rosa silvestre

Oito a doze biscoitos de farinha integral, 125 g de marmelada de rosa silvestre e algumas colheres grandes de sumo de maçã.
Os biscoitos de farinha integral dispõem-se num prato e cobrem-se com marmelada de rosa silvestre diluída ou com sumo de maçã. Devem ficar totalmente ensopados, mas não a desfazerem-se. Junta-se depois nata batida.

Rosa silvestre escarchada

Cozem-se três ou quatro colheres grandes de açúcar em seis
colheres de água, até ficar muito espesso, põe-se o fruto da rosa silvestre, seco e sem pevides, e deixa-se secar num prato. Também se podem escarchar as folhas de borragem.

Creme de sabugueiro

300g de bagas de sabugo, um pouco de água, casca de limão, 80 g de farinha de batata, 100 a 150 g de açúcar, um quarto de litro de leite, pedaços refogados de pera ou maçã. Cozem-se as bagas de sabugo em pouco água com casca de limão e fazem-se passar por coador. Deve obter-se quantidade igual a três quartos de litro. Coze-se isto com açúcar e com farinha de batata cozida em elite, durante alguns minutos.
Num prato de sobremesa fundo, colocam-se rodelas de maçãs ou pêras cozidas, cobrindo-as com o creme de sabugueiro. Uma vez frio, junta-se-lhe nata batida.

Pudim de cerejas à inglesa

250 g de miolo de pão integral, torrado em manteiga colocam-se, aternadamente, com compota de cerejas cozidas, muito espessa, numa forma bem untada. Batem-se depois num quarto de leite ou nata dois ovos, a ponta de uma faca de canela e duas colheres grandes de açúcar; deita-se a massa sobre o pudim que se leva ao forno, tendo-se enfeitado previamente o pudim com cerejas.

Compota de berberis

Como compota, pode cozer-se o berberis em água com açúcar. Para a compota de outros frutos ácidos, aos quais é costume juntar sumo de limão, como nos casos de abóbora, melão, pera, tomate e pepino, pode empregar-se berberis em vez de limão.

Compota de amora, arando, framboesas e groselha

Põem-se as bagas em muito pouca água e deixam-se chegar lentamente a ferver, movendo-as ou fazendo-as girar com uma colher de pau, com frequência e ligeiramente, para não as machucar. Só precisam de pouco tempo de cocção. No fim junta-se açúcar á vontade.

Compota de arandos vermelhos

Estes precisam de muito açúcar. Mas não será tanto, se se misturarem os arandos com peras ou cenouras em pedaços cúbicos, cozidos antes no seu suco. Esta compota é muito apreciada para torta de batata, guisados de caça, tortilha e requeijão.

Compota de uva

As uvas ainda por amadurecer, lavam-se e limpam-se de talos e flores. Coze-se depois uma solução de açúcar em água. juntam-se as uvas e deixam-se cozer até ficarem moles. Quanto mais verdes estiverem os
bagos, tanto mais açúcar é necessário.

Compota de beterraba vermelha

Descascam-se e ralam-se beterrabas vermelhas e cozem-se com sumo de uvas até ficarem tenras. Temperam-se depois com açúcar e sumo de limão. Podem misturar-se-lhes passas e outras frutas.

Pudim flan de hortelã-pimenta

125 g de sêmola, um litro de leite, um pouco de sal, açúcar à vontade, três colheres grandes de folhas de hortelã-pimenta frescas, muito picadas.
Coze-se a sêmola no leite, de dez minutos a um quarto de hora,tempera-se com sal e açúcar. Deita-se a mossa numa forma passada por água fria e, uma vez compacta e fria, volta-se. Antes de o servir, pode recobrir-se de nata.

Pudim flan de arandos vermelhos com peras

150 g de sêmola, um litro de leite, 50 g de açúcar, casca de limão, dois ovos. 50 g de noz ralada, amêndoas ou germes de trigo, peras cozidas e compota de arandos vermelhos.
Cozem-se umas papas de sêmolas, leite e açúcar temperando-as com casca de limão e misturando à massa dois ovos com as gemas batidas até formar espuma e as claras em ponto de neve; unem-se ambas e acrescentam-se à massa de sêmola na temperatura de ferver, mas sem deixar que cheguem a cozer. Podem juntar-se-lhes nozes, amêndoas ou gemes de trigo ralado; estende-se depois a massa sobre uma superfície
lisa e cobre-se com peras cozidas, até ficarem moles em água açucarada com canela e cravo; cobre-se o contorno e os vazios com compota de arandos vermelhos.

Creme de arandos vermelhos e nozes

Espremem-se bem duas chávenas de arandos vermelhos e misturam-se; batem-se vigorosamente com duas colheres grandes de mel, um pouco de açúcar e uma chávena de doce de noz, ou nozes finamente moídas.

Sobremesa de rosa silvestre e requeijão

250 g de requeijão, três chávenas de leite ou nata, 50 g de marmelada de rosa silvestre, 50 g de germes de trigo ou de nozes raladas.
Bate-se o requeijão a ponto de espuma com o leite ou a nata, juntando-lhe, depois, marmelada de rosa silvestre. Acrescentam-se seguidamente 50 g de germes de trigo ou de nozes raladas e enfeita-se com fruta fresca.

Pudim flan de requeijão com compota

250 g de requeijão, um quarto de litro de leite, 50 g de açúcar, 4 a 5g de ágar-ágar e duas colheres grandes de água.
Passa-se o requeijão por uma peneira e bate-se até formar um creme suave com açúcar e leite. Junta-se-lhe o ágar-ágar dissolvido em água. Põe-se a massa em chávenas umedecidas em água e quando coalhar voltam se estas. Junta-se compota ou sumo de frutas.

Sobremesa de ruibarbo

Cortam-se 500g de ruibarbo em pedaços de 3 centímetros de comprimento, cozem-se num pouco de água, com um pouco de sumo de limão e açúcar, a pouco fogo, não mais de dez minutos, até ficarem tenros. Põem-se numa vasilha biscoitos integrais as camadas e cobre-se cada uma delas com compota quente. Na parte superior deve ficar unia camada de biscoitos. Tapa-se a vasilha e serve-se frio.

Pudim de ruibarbo

750 g de ruibarbo, cortado aos pedaços, polvilham se com 150 g de açúcar e deixam-se repousar durante uma hora, colocando-os depois numa forma á prova de fogo, recobertos com uma massa que se prepara da seguinte maneira: 250g de farinha, com um quarto de litro de leite, um ovo e 50 g de manteiga derretida, até se conseguir uma massa branda, batendo durante dez minutos. Deita-se esta massa no ruibarbo, polvilha-se a superfície com açúcar e leva-se ao forno durante uma meia hora até adquirir um tom dourado tostado.

Doce de espinheiro amarelo, frutas e marmelos

Cozem-se 50 g de marmelos até ficarem tenros e passam-se por uma peneira, misturando-os depois com 200 g de sumo de espinheiro amarelo e 500 g de açúcar, pondo ao lume, ao mesmo tempo que se remexe vigorosamente até endurecer a massa. Para secar, coloca-se numa travessa de porcelana, em lugar não úmido. Passadas poucas semanas, corta se em pedaços pequenos que se recobrem de açúcar.

Doce de mosto de aspérula

Num litro de mosto de aspérula. dissolvem-se 15 g de ágar-ágar em água quente, mistura-se bem e deixa-se arrefecer. (Obtém-se ágar-ágar, cozendo algas marinhas viscosas que dão uma substância que na água se toma espessa, tal como a gelatina de origem animal. Esta pode substituir-se sempre por ágar-ágar vegetal. 33 g de ágar-ágar têm a mesma capacidade de inchar que 50 g de gelatina).

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