Está a visualizar alimentação legumes e / ou outros itens relacionados com a sua pesquisa folhagem de maztrus. Encontre as melhores dicas para ajudar na sua alimentação! rosa silvestre para que serve, levedura medicinal, importância alimentar da raiz, levedura medicinal para que serve, importância medicinal da raiz, pau magro, Erva cidreira.

Azedas

22 Jan 2017
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Azedas

As azedas pertencem à família das Poligonáccas (Rumex acetosa). Colhem-se as folhas novas antes da floração, uma a uma. Quanto mais frequentemente se fizer esta apanha, tanto mais forte será a nova folhagem da planta. As folhas consomem-se frescas, porque quando secam perdem quase por completo as suas virtudes como condimento. As folhas, o menos […]

Salva

19 Abr 2016
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Salva

A salva (Salvia officinalis) é um representante da família das Labiadas. Encontra-se, presentemente, em quase todo o Portugal, embora não seja muito abundante. O cultivo é possível em qualquer terreno, porque a planta não é muito exigente. A reprodução efectua-se mediante espeques de plantas antigas ou por sementes. A sementeira tem de ser feita em […]

Salsa

27 Jan 2016
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Salsa

A salsa (Petroselinum sativum) conta-se entre as Umbelíferas. Encontra-se cultivada e subespontânea em todo o Portugal. Há que distinguir entre a salsa frisada e a de condimento. Da primeira, fazem-se várias sementeiras seguidas no Verão. Para as necessidades do Inverno semeia-se à profundidade oportuna em carreiras, à distância entre si de 20 centímetros, entre os […]

Anis

23 Abr 2017
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Anis

A família das Umbelíferas proporciona-nos o anis ou erva doce (Pimpinclla anisum), originária do Oriente, sendo cultivado e às vezes subespontâneo em Portugal. O anis figura entre os mais antigos medicamentos. Já Pitágoras louvava a sua influência. Nos estudos hipocráticos aparece tratado com frequência. Logo que os talos se tornam amarelos, cortam-se os cachos de […]

Mostarda Negra

11 Out 2016
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Mostarda Negra

A mostardeira negra (Brassica Migra) é da família das Crucíferas. Frequente nas searas, campos e caminhos do Minho, Estremadura e Alentejo. Em pequenas quantidades, cortam-se e atam-se em feixes os talos, a partir de Julho, depois de as bainhas adquirirem um tom amarelado; estendem-se em seguida num pano. Os grãos de cor pardacenta-amarclada caídos conservam-se […]