O cancro constitui atualmente um dos mais urgentes problemas da medicina. Se há trinta anos a mortalidade pela tuberculose era 25% superior à causada pelo cancro, hoje a proporção está invertida. Não devemos fechar os olhos ao facto de este número estar a crescer.
A causa deve procurar-se, antes de mais, no nosso modo de alimentarmos e de vivermos. Por isso, o cancro é algo que nos deve preocupar a todos.
É impossível abranger aqui, mesmo que superficialmente o atual critério científico sobre o problema do cancro, tanto mais que já amanhã, por exemplo, se pode ampliar, aperfeiçoar-se ou até desmoronar-se totalmente o que hoje constitui a opinião mais aceite.
Seria, porém, injusto e inadmissível que o médico se desinteressasse totalmente, esperando um dia ter ao alcance da mão a solução completa, uma vez que a questão da cura do cancro, conforme diz o melhor especialista desta doença na Alemanha, o nutricionista, não é só o mais «urgente problema da medicina atual», mas também o que exige uma completa colaboração entre o médico e o doente, se em cada caso individual se quiser tornar possível êxito.
Por isso, antes de nos referirmos à questão principal sobre as causas da doença, ou sobre os meios de cura dentro da alimentação, apresentaremos algumas imprescindíveis observações prévias.

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