Alimentos pobres em estimulantes intestinais

Alimentos pobres em estimulantes intestinais

Função das «matérias inertes»  As «matérias inertes» como já dissemos no caso da digitalina, quando tratámos do problema de «substâncias puras ou misturas naturais», têm o seu significado e a sua função. Assim, na digestão, o que não é digerível não é lastro sem valor que tem de ser eliminado; efectivamente, estimula, embora só mecanicamente, as paredes intestinais, excita a função do intestino e actua assim eficazmente contra a prisão de ventre, de que hoje sofre a maior parte dos homens civilizados. A alimentação rica cm substâncias cruas contém sempre suficiente  quantidade de celulose «não-digerível». Uma evacuação intestinal mais rápida e perfeita evita a «putrefacção das proteínas» e, por isso,.

Vitamina B1

Vitamina B1

Designação química e função característica Aneurina. Tiamina. Vitamina antineurítica. Vitamina antiberibérica. Modo de actuar Unida a uma molécula de proteína específica a vitamina B desempenha um importante papel no metabolismo dos hidratos de carbono (carboxilase). Intervém no metabolismo dos hidratos de carbono. A sua falta produz, por exemplo, a acumulação de ácido pirúvico como substância residual no metabolismo e dá origem, por isso, ao aparecimento de graves doenças, especialmente no sistema nervoso. A vitamina B1 é, sobretudo, uma decisiva substância activa, no sistema nervoso. A necessidade do seu consumo aumenta, no sistema nervoso, consideravelmente, quando se efectua um forte trabalho muscular, com uma alimentação em que predominam, com excesso, os.

Vitamina E

Vitamina E

Denominação química Tocoferol Função característica Vitamina da reprodução, antiesterelizante.  Modo de actuação Regula o metabolismo da glândula pituitária (hipófise) e influi assim sobre o metabolismo dos hidratos de carbono, do hidrogénio e, sobretudo, dos órgãos sexuais. Actua, também, sobre o metabolismo muscular, sobre os vasos capilares, facilitanto a sua renovação e melhorando a circulação. É importante, além disso, o efeito regenerador nos tecidos conjuntivos.  Fontes naturais Grãos de cereal e seus azeites, legumes e verduras, gemas de ovo, leite e manteiga.  Necessidades diárias no homem Não se sabe, com segurança. Calcula-se para o menino de peito em 5 mg e para o adulto de 10 a 25 mg.  Fenómenos produzidos.

Vitamina B6

Vitamina B6

Modo de actuação A vitamina B6 é um factor necessário no metabolismo das proteínas e, por conseguinte, no geral das células. Considera-se  geralmente, como reguladora do metabolismo dos tecidos hepáticos, do sistema nervoso e da pele. Para muitos animais microscópicos, bactérias e leveduras, actua como factor de crescimento e nos ratos,  como factor que impede as inflamações cutâneas. Fontes naturais Leveduras, cereais, legumes verdes, leite, gema de ovo. Necessidades diárias no homem Ainda não suficientemente conhecido; aproximadamente, 2-4 mg; U.I ainda sem determinar. Fenómenos produzidos pela falta de vitamina Ao passo que nos animais se conhecem características de carência (sintomas cutâneos nos ratos, cerebrais, nervosos e de anemia em cães.

Vitamina D/ D3

Vitamina D/ D3

Denominação química Calciferol A vitamina D3 é a provitamina natural que antigamente se denominava «vitamina D». A vitamina D3 é um produto de irradiação do 7-dehidro-colestrol. A vitamina D2 ou calciferol é um produto de irradiação do ergosterol. Função característica Vitamina anti-raquítica. Modo de actuação Regula o metabolismo do fósforo e do cálcio. Melhora, essencialmente o metabolismo do cálcio e permite a formação do complexo de cálcio-fósforo, necessário para a ossificação normal. Fomenta o desenvolvimento. Também devem corresponder ás vitaminas D outros efeitos, até agora desconhecidos. Já se conhece a sua relação com a glândula paratiróide que regula sobretudo o metabolismo. Fontes naturais Em óleo de fígado de peuixes (emulsºoes.