Vitamina D/ D3

Vitamina D/ D3

Denominação química Calciferol A vitamina D3 é a provitamina natural que antigamente se denominava «vitamina D». A vitamina D3 é um produto de irradiação do 7-dehidro-colestrol. A vitamina D2 ou calciferol é um produto de irradiação do ergosterol. Função característica Vitamina anti-raquítica. Modo de actuação Regula o metabolismo do fósforo e do cálcio. Melhora, essencialmente o metabolismo do cálcio e permite a formação do complexo de cálcio-fósforo, necessário para a ossificação normal. Fomenta o desenvolvimento. Também devem corresponder ás vitaminas D outros efeitos, até agora desconhecidos. Já se conhece a sua relação com a glândula paratiróide que regula sobretudo o metabolismo. Fontes naturais Em óleo de fígado de peuixes (emulsºoes.

Vitamina C

Vitamina C

Designação química e função característica Acido ascórbico. Vitamina anti-escorbútica Modo de actuação A vitamina C é um transportador de hidrogénio necessário no metabolismo celular geral. E de importância para o aproveitamento de energia no funcionamento das cápsulas suprarrenais. Activa, também, numerosos fermentos e aumenta a força das defesas naturais contra as infecções. Neutraliza os tóxicos ou diminui-lhes os efeitos. Fomenta a capacidade de absorção de ferro e regula as funções da medula óssea. Além disso, é necessária para numerosas funções dos tecidos conjuntivos. É de igual importância geral à da vitamina B1 e tem, como esta, que desempenhar numerosas funções, no metabolismo celular. Fontes naturais A vitamina C encontra-se em.

Vitamina E

Vitamina E

Denominação química Tocoferol Função característica Vitamina da reprodução, antiesterelizante.  Modo de actuação Regula o metabolismo da glândula pituitária (hipófise) e influi assim sobre o metabolismo dos hidratos de carbono, do hidrogénio e, sobretudo, dos órgãos sexuais. Actua, também, sobre o metabolismo muscular, sobre os vasos capilares, facilitanto a sua renovação e melhorando a circulação. É importante, além disso, o efeito regenerador nos tecidos conjuntivos.  Fontes naturais Grãos de cereal e seus azeites, legumes e verduras, gemas de ovo, leite e manteiga.  Necessidades diárias no homem Não se sabe, com segurança. Calcula-se para o menino de peito em 5 mg e para o adulto de 10 a 25 mg.  Fenómenos produzidos.

Deficiente contribuição em minerais e oligoelementos

Deficiente contribuição em minerais e oligoelementos

Características e necessidade de mineiras e oligoelementos A falta de uns e outros está relacionada com as vitaminas e as auxinas. Têm a mesma origem, com eleitos em parte característicos e em parte gerais, além de muitos outros que, decerto, desconhecemos. Já nos referimos a esta questão quando tratámos da arte culinária e do emprego do sal. É imprescindível citar aqui, embora só de passagem, os resultados das numerosas investigações sobre o metabolismo de minerais e oligoelementos. Tem-se provado que não podemos prescindir de muitos, como acontece com o sódio, potássio, cálcio, magnésio, ferro, manganês, cobre, zinco e cobalto. Mas quanto ao papel de outros elementos mais raros que encontramos.

Excesso de proteínas animais

Excesso de proteínas animais

Necessidade de proteínas  A chamada «questão proteínica» já excitou muito os ânimos, mas precisamente neste aspecto levou a investigação moderna aos mais assombrosos e importantes conhecimentos e esclarecimentos. Os ditos estudos servem de base às seguintes conclusões: As proteínas são, para nós, matéria vital imprescindível, da qual — tanto segundo as antigas doutrinas sobre nutrição como as modernas — necessitamos de uma média de 60 a 90 gramas por dia. Não é esta a quantidade mínima suficiente, mas a mais favorável possível. Há que ter muito em conta que tanto um contributo insuficiente como uma alimentação excessiva de proteínas podem originar prejuízos no organismo. A doutrina de que a proteína.