Substituição de alimentos duros por brandos

Substituição de alimentos duros por brandos

Necessidade de mastigação A ideia de oferecer ao corpo uma alimentação o mais preparada possível para lhe evitar esforços e melhor a aproveitar, levou a uma diminuição dos alimentos duros, substituindo-os pelos brandos e, deste modo, a um abandono da mastigação. Precisamente, porém, esta actividade mecânica do sistema de mandíbulas e de dentadura não só é necessária para a conservação de tais órgãos, como o é também para a boa função de todo o processo digestivo. A boa mastigação de alimentos duros (pão integral, frutas, nozes, etc.) constitui, em primeiro lugar, uma massagem ideal das gengivas, criando a disposição para a conservação da capacidade de resistência e da elasticidade dos tecidos gengivais, evitando.

Excesso no emprego do sal

Excesso no emprego do sal

Necessidade de sal em proporção ínfima  Em princípio está certo o que o nutricionista já formulava: «só a dose que faz com que a coisa não seja venenosa». Basicamente, o sal não é, por si mesmo, um veneno, utilizando-se por isso na homeopatia; mas, na quantidade que se toma na alimentação habitual, uns vinte ou trinta gramas diários, aparecem os efeitos tóxicos de uma coisa evidentemente excessiva. Também é válido para o sal o que já se disse sobre as substâncias puras. O sal comum é cloreto de sódio puro, livre de todos os aditamentos naturais, antigamente chamados «impurezas». Temos, assim, de voltar ao produto natural, isto é, ao sal.

Excesso de gorduras animais

Excesso de gorduras animais

Gorduras «refinadas»  O abandono dos azeites vegetais tem tido, como consequência, graves males, o que nos deve obrigar a prestar a maior atenção a uma sã alimentação com as gorduras. Os adultos necessitam, diariamente, de 50 a 80g de gordura. Esta quantidade preenche-se, geralmente, com manteiga, gordura de carne, gordura vegetal consistente (azeite, óleo de coco, de palma) e margarina. São todas elas gorduras «consistentes»; sob o ponto de vista químico muito saturadas é, por isso, difíceis de transformação nos processos metabólicos. Pressupõem o perigo de se irem depositando, inconvenientemente, nas camadas inferiores da pele, sendo, assim, a origem da obesidade. Todos os azeites fluidos considerados quimicamente são mais ou menos.

Mudanças na alimentação

Mudanças na alimentação

A alimentação natural O decisivo e, para o nosso estudo, o mais importante são as deformações da nossa alimentação, conforme já se vêm produzindo de há séculos a esta parte. Estão estreitamente relacionadas com a civilização e a técnica. Antigamente, os povos da Terra alimentavam-se de modos muito diversos. A base da alimentação era para uns o arroz e para outros o milho e entre nós os cereais panifiçáveis. A necessidade de carne satisfazia-se mediante a pesca, a caça ou, na maioria dos casos, mediante a criação de gado. Nos países tropicais consumiam-se, sobretudo, gorduras vegetais, e nos países árticos quase unicamente gorduras animais. O consumo de vegetais e de fruta.

A civilização, cultura organizada

A civilização, cultura organizada

A civilização, pelo contrário, é apenas uma parte da cultura, exactamente o seu aspecto técnico. É componente essencial da cultura, necessária para poder levar a efeito as suas ideias e teorias. A civilização é um produto da razão, um instrumento de que o homem se serve, um meio para alcançar um fim, por isso muito diferente, porque leva consigo o perigo de que os homens não a dominem, mas que sejam dominados por ela. Involuntariamente, pensa-se na «vida burguesa» quando se ouve a palavra «civilização», precisamente porque procede do vocábulo latino «civis» (homem da cidade, do burgo). Todas as circunstâncias precisas para a forma de vida de uma comunidade humana, como a legislação, administração,.