Excesso de gorduras animais

Excesso de gorduras animais

Gorduras «refinadas»  O abandono dos azeites vegetais tem tido, como consequência, graves males, o que nos deve obrigar a prestar a maior atenção a uma sã alimentação com as gorduras. Os adultos necessitam, diariamente, de 50 a 80g de gordura. Esta quantidade preenche-se, geralmente, com manteiga, gordura de carne, gordura vegetal consistente (azeite, óleo de coco, de palma) e margarina. São todas elas gorduras «consistentes»; sob o ponto de vista químico muito saturadas é, por isso, difíceis de transformação nos processos metabólicos. Pressupõem o perigo de se irem depositando, inconvenientemente, nas camadas inferiores da pele, sendo, assim, a origem da obesidade. Todos os azeites fluidos considerados quimicamente são mais ou menos.

Mudanças na alimentação

Mudanças na alimentação

A alimentação natural O decisivo e, para o nosso estudo, o mais importante são as deformações da nossa alimentação, conforme já se vêm produzindo de há séculos a esta parte. Estão estreitamente relacionadas com a civilização e a técnica. Antigamente, os povos da Terra alimentavam-se de modos muito diversos. A base da alimentação era para uns o arroz e para outros o milho e entre nós os cereais panifiçáveis. A necessidade de carne satisfazia-se mediante a pesca, a caça ou, na maioria dos casos, mediante a criação de gado. Nos países tropicais consumiam-se, sobretudo, gorduras vegetais, e nos países árticos quase unicamente gorduras animais. O consumo de vegetais e de fruta.

A civilização, cultura organizada

A civilização, cultura organizada

A civilização, pelo contrário, é apenas uma parte da cultura, exactamente o seu aspecto técnico. É componente essencial da cultura, necessária para poder levar a efeito as suas ideias e teorias. A civilização é um produto da razão, um instrumento de que o homem se serve, um meio para alcançar um fim, por isso muito diferente, porque leva consigo o perigo de que os homens não a dominem, mas que sejam dominados por ela. Involuntariamente, pensa-se na «vida burguesa» quando se ouve a palavra «civilização», precisamente porque procede do vocábulo latino «civis» (homem da cidade, do burgo). Todas as circunstâncias precisas para a forma de vida de uma comunidade humana, como a legislação, administração,.

Substituição de alimentos naturais por artificiais

Substituição de alimentos naturais por artificiais

Alimentos equilibrados O valor da alimentação não deve ser calculado apenas por um índice térmico (conteúdo de calorias). Sabemos que a alimentação de grande conteúdo de calorias não é a mais sã, mas sim aquela que contiver, no mais alto grau, o estado natural dos alimentos e que limitar, o mais possível, o consumo de alimentos animais. Da mesma maneira que o alimento natural, por exemplo uma maçã, uma noz, umas  gramas de cereal, é uma combinação harmonicamente equilibrada de matérias alimentícias, activas e vivas, assim também deve conter a nutrição total do homem tudo o que for necessário para o organismo numa proporção harmónica. Se se procurarem todas as.

A posição do problema

Tem-se vindo a considerar, insistentemente, a cultura e a civilização como causas de numerosas enfermidades, até se ter chegado, finalmente, à criação de conceitos como «praga da cultura» e «doenças de civilização». Hoje em dia, compreendem estas expressões, tanto na lileratura técnica como na popular sobre problemas sanitários, uma série de enfermidades do metabolismo e da nutrição, como a carie dentária, a parendentose, a úlcera de estômago, a diabetes, a obesidade, as doenças do fígado, vesícula, rins, coração e vasos, assim como o reumatismo, o cancro e a tuberculose.   Um observador superficial poderia tirar a conclusão de que a «cultura» e a «civilização» são coisas não desejáveis e, inclusivamente,.