Excesso no emprego do sal

Excesso no emprego do sal

Necessidade de sal em proporção ínfima  Em princípio está certo o que o nutricionista já formulava: «só a dose que faz com que a coisa não seja venenosa». Basicamente, o sal não é, por si mesmo, um veneno, utilizando-se por isso na homeopatia; mas, na quantidade que se toma na alimentação habitual, uns vinte ou trinta gramas diários, aparecem os efeitos tóxicos de uma coisa evidentemente excessiva. Também é válido para o sal o que já se disse sobre as substâncias puras. O sal comum é cloreto de sódio puro, livre de todos os aditamentos naturais, antigamente chamados «impurezas». Temos, assim, de voltar ao produto natural, isto é, ao sal.

Deficiente contribuição em minerais e oligoelementos

Deficiente contribuição em minerais e oligoelementos

Características e necessidade de mineiras e oligoelementos A falta de uns e outros está relacionada com as vitaminas e as auxinas. Têm a mesma origem, com eleitos em parte característicos e em parte gerais, além de muitos outros que, decerto, desconhecemos. Já nos referimos a esta questão quando tratámos da arte culinária e do emprego do sal. É imprescindível citar aqui, embora só de passagem, os resultados das numerosas investigações sobre o metabolismo de minerais e oligoelementos. Tem-se provado que não podemos prescindir de muitos, como acontece com o sódio, potássio, cálcio, magnésio, ferro, manganês, cobre, zinco e cobalto. Mas quanto ao papel de outros elementos mais raros que encontramos.

Substituição de alimentos duros por brandos

Substituição de alimentos duros por brandos

Necessidade de mastigação A ideia de oferecer ao corpo uma alimentação o mais preparada possível para lhe evitar esforços e melhor a aproveitar, levou a uma diminuição dos alimentos duros, substituindo-os pelos brandos e, deste modo, a um abandono da mastigação. Precisamente, porém, esta actividade mecânica do sistema de mandíbulas e de dentadura não só é necessária para a conservação de tais órgãos, como o é também para a boa função de todo o processo digestivo. A boa mastigação de alimentos duros (pão integral, frutas, nozes, etc.) constitui, em primeiro lugar, uma massagem ideal das gengivas, criando a disposição para a conservação da capacidade de resistência e da elasticidade dos tecidos gengivais, evitando.

O papel do cozinheiro

O papel do cozinheiro

Quem seguiu com atenção até aqui os artigos anteriores tem de concluir que a maioria das doenças são consequências de uma defeituosa alimentação, isto é, são devidas à própria ignorância e à própria atuação. Isto deve ser convincente e sobretudo deve tornar-se evidente para os cozinheiros, porque são eles, que com o seu trabalho na cozinha decidem sobre o feliz desenvolvimento dos filhos. Tem de conhecer, por isso, os princípios fundamentais da alimentação completa e sã e as características dos alimentos a empregar como meios para se conseguir uma vida verdadeiramente higiénica. Tem de saber onde deve terminar o emprego de uma determinada técnica culinária, como por exemplo o calor,.

Excesso de condimentos e produtos químicos

Excesso de condimentos e produtos químicos

Razões para o uso moderado de condimentos  Com o considerável intercâmbio de mercadorias de toda espécie entre os vários países, também se conseguiu infelizmente um primeiro lugar entre nós para as especiarias exóticas, que só têm aplicação real nos trópicos, deslocando quase completamente e sem razão as ervas e os condimentos de cada país. Quem só sabe dar sabor a um prato com especiarias exóticas (curry, gengibre, cravo, pimenta, canela) mostra, pelo menos, o seu desconhecimento da arte e da «cultura» culinárias. Como a cocção destrói ou altera muitos dos elementos do sabor, não é de estranhar que os alimentos cozinhados sejam insípidos por si mesmos e que não excitem o.