A civilização, cultura organizada

A civilização, cultura organizada

A civilização, pelo contrário, é apenas uma parte da cultura, exactamente o seu aspecto técnico. É componente essencial da cultura, necessária para poder levar a efeito as suas ideias e teorias. A civilização é um produto da razão, um instrumento de que o homem se serve, um meio para alcançar um fim, por isso muito diferente, porque leva consigo o perigo de que os homens não a dominem, mas que sejam dominados por ela. Involuntariamente, pensa-se na «vida burguesa» quando se ouve a palavra «civilização», precisamente porque procede do vocábulo latino «civis» (homem da cidade, do burgo). Todas as circunstâncias precisas para a forma de vida de uma comunidade humana, como a legislação, administração,.

Insuficiência de vitaminas e de hormonas

Insuficiência de vitaminas e de hormonas

A necessidade em vitaminas  O conhecimento das vitaminas é ainda muito recente e ainda não chegou a conclusões definitivas. O seu propósito principal é o de fixar a necessidade diária real de cada vitamina. Essas quantidades servem para cobrir o estado de insuficiência produzido por uma alimentação incompleta, desgaste, excesso de trabalho e gravidez. Em doses normais, constituem todas as vitaminas, juntamente com as proteínas, os fermentos e outros elementos, «as substâncias fundamentais» da vida tão importantes na estrutura e regulação do metabolismo. Já dissemos que os chamados processos de refinação e aperfeiçoamento, entre eles a cocção e a conserva, levam a uma perda de vitaminas muitas vezes em proporção.

Excesso de proteínas animais

Excesso de proteínas animais

Necessidade de proteínas  A chamada «questão proteínica» já excitou muito os ânimos, mas precisamente neste aspecto levou a investigação moderna aos mais assombrosos e importantes conhecimentos e esclarecimentos. Os ditos estudos servem de base às seguintes conclusões: As proteínas são, para nós, matéria vital imprescindível, da qual — tanto segundo as antigas doutrinas sobre nutrição como as modernas — necessitamos de uma média de 60 a 90 gramas por dia. Não é esta a quantidade mínima suficiente, mas a mais favorável possível. Há que ter muito em conta que tanto um contributo insuficiente como uma alimentação excessiva de proteínas podem originar prejuízos no organismo. A doutrina de que a proteína.

A posição do problema

Tem-se vindo a considerar, insistentemente, a cultura e a civilização como causas de numerosas enfermidades, até se ter chegado, finalmente, à criação de conceitos como «praga da cultura» e «doenças de civilização». Hoje em dia, compreendem estas expressões, tanto na lileratura técnica como na popular sobre problemas sanitários, uma série de enfermidades do metabolismo e da nutrição, como a carie dentária, a parendentose, a úlcera de estômago, a diabetes, a obesidade, as doenças do fígado, vesícula, rins, coração e vasos, assim como o reumatismo, o cancro e a tuberculose.   Um observador superficial poderia tirar a conclusão de que a «cultura» e a «civilização» são coisas não desejáveis e, inclusivamente,.

Alimentos pobres em estimulantes intestinais

Alimentos pobres em estimulantes intestinais

Função das «matérias inertes»  As «matérias inertes» como já dissemos no caso da digitalina, quando tratámos do problema de «substâncias puras ou misturas naturais», têm o seu significado e a sua função. Assim, na digestão, o que não é digerível não é lastro sem valor que tem de ser eliminado; efectivamente, estimula, embora só mecanicamente, as paredes intestinais, excita a função do intestino e actua assim eficazmente contra a prisão de ventre, de que hoje sofre a maior parte dos homens civilizados. A alimentação rica cm substâncias cruas contém sempre suficiente  quantidade de celulose «não-digerível». Uma evacuação intestinal mais rápida e perfeita evita a «putrefacção das proteínas» e, por isso,.