Deficiente contributo de clorofila

Deficiente contributo de clorofila

Natureza e propriedades A clorofila despertou, ultimamente, a nossa atenção, e contém, hoje, como medicamento, numerosos específicos farmacêuticos. Há grande parentesco entre o pigmento vermelho do sangue e o pigmento verde das folhas. Ao passo que o corante sanguíneo vermelho é portador e transmissor do oxigénio, para nós vital, a clorofila na planta efectua o grande milagre de formar uma substância orgânica (açúcar e amido) a partir de um gás (anidrido carbónico) e água, de colaboração com o sol, criando assim a base para a alimentação humana. Consideramos os dois corantes como substâncias vitais básicas, e interessa averiguar que efeitos directos exerce a clorofila sobre o organismo humano. O corante vegetal.

Substituição de farinha de cereais por pão e batatas

Substituição de farinha de cereais por pão e batatas

A substituição do consumo antigamente elevado de farinhas de cereais por batatas e pão deve considerar-se como das causas da degeneração da dentadura.

Mudanças nas condições de vida, trabalho e residência

Mudanças nas condições de vida, trabalho e residência

Insuficiente radiação solar As mudanças mencionadas levaram a uma ligação deficiente do corpo com o ambiente natural, com o mundo que nos cerca. É assim que especialmente a população urbana sofre de uma radiação solar insuficiente. Por cima de todas as grandes cidades, nomeadamente nas de tipo industrial, forma-se uma camada constituída por poeira, fuligem e fumo que absorve os raios ultravioletas do sol, com a consequência de uma radiação insuficiente e, por isso, de uma escassa formação de vitaminas na pele dos seus habitantes. Tomamos com os alimentos, por exemplo, as provitaminas D, a ergosterina, que se depositam na pele e que vão sempre necessitando da actuação dos raios ultravioletas.

Deficiente contribuição em minerais e oligoelementos

Deficiente contribuição em minerais e oligoelementos

Características e necessidade de mineiras e oligoelementos A falta de uns e outros está relacionada com as vitaminas e as auxinas. Têm a mesma origem, com eleitos em parte característicos e em parte gerais, além de muitos outros que, decerto, desconhecemos. Já nos referimos a esta questão quando tratámos da arte culinária e do emprego do sal. É imprescindível citar aqui, embora só de passagem, os resultados das numerosas investigações sobre o metabolismo de minerais e oligoelementos. Tem-se provado que não podemos prescindir de muitos, como acontece com o sódio, potássio, cálcio, magnésio, ferro, manganês, cobre, zinco e cobalto. Mas quanto ao papel de outros elementos mais raros que encontramos.

Excesso de proteínas animais

Excesso de proteínas animais

Necessidade de proteínas  A chamada «questão proteínica» já excitou muito os ânimos, mas precisamente neste aspecto levou a investigação moderna aos mais assombrosos e importantes conhecimentos e esclarecimentos. Os ditos estudos servem de base às seguintes conclusões: As proteínas são, para nós, matéria vital imprescindível, da qual — tanto segundo as antigas doutrinas sobre nutrição como as modernas — necessitamos de uma média de 60 a 90 gramas por dia. Não é esta a quantidade mínima suficiente, mas a mais favorável possível. Há que ter muito em conta que tanto um contributo insuficiente como uma alimentação excessiva de proteínas podem originar prejuízos no organismo. A doutrina de que a proteína.