Eucalipto

Eucalipto

A família das Mirtáceas conta com numerosas espécies de Eucaliptos, género originário da Austrália e amplamente cultivado na Ásia e na América. Numerosas plantações destas árvores têm sido efectuadas com o objectivo de sanear os terrenos pantanosos na luta contra o paludismo, particularmente na Itália. O eucalipto é uma árvore que cresce rapidamente e pode atingir grande altura, chegando em casos de corpulência gigantesca a 155 metros. Composição e propriedades Da casca de eucalipto obtém-se, mediante incisões, uma resina que se torna muito espessa depois de algumas horas, endurecendo pela acção do sol. Este produto chama-se quina. A quina é uma espécie de goma que se obtém igualmente do Eucaliptus.

Tomilho

Tomilho

O tomilho (Thymus vulgaris) é comum em Portugal, sobretudo nas zonas mais ou menos áridas. Pouco antes de florir, cortam-se-lhe as folhas em dias quentes e cheios de sol, a partir do meio-dia, e rente ao chão. Para o consumo culinário basta colher geralmente algumas folhas soltas. Num sótão arejado secam-se rapidamente as folhas arrancadas dos talos, voltando-as com frequência. O tomilho seco adquire uma forte cor verde e tem um cheiro marcado de especiaria. A conservação efectua-se em caixas, latas ou recipientes de vidro hermeticamente fechados. Composição Os elementos activos até agora conhecidos são o óleo essencial até 1,7%, que contém sobretudo uns 50% de timol, um pouco de.

Anis

Anis

A família das Umbelíferas proporciona-nos o anis ou erva doce (Pimpinclla anisum), originária do Oriente, sendo cultivado e às vezes subespontâneo em Portugal. O anis figura entre os mais antigos medicamentos. Já Pitágoras louvava a sua influência. Nos estudos hipocráticos aparece tratado com frequência. Logo que os talos se tornam amarelos, cortam-se os cachos de flores, atam-se e dependuram-se ao ar para secar. Decorrido algum tempo, podem obter-se os frutos, sacudindo-os. O clima duro e húmido, assim como a zona costeira, não são lugares próprios para o seu cultivo. O melhor é cultivá-lo em solo de boa qualidade e predominantemente leve. Estrumar o campo, mas antes de se formarem os.

Levístico

Levístico

O levístico (Levisticum officinale) pertence às Umbelíferas. Não e muito exigente quanto ao clima e desenvolve-se mesmo em ambientes agrestes. Semeia-se na Primavera, em sulcos. Depois de criar raízes, transplanta-se na Primavera ou Outono a distâncias de 35 a 50 cm. Como para o consumo caseiro bastam poucas plantas, o melhor é procurar-se estacas de raiz e plantá-las directamente no terreno conveniente. As folhas cortam-se de Junho a Agosto para o consumo caseiro. No Outono e na Primavera desenterram-se as raízes. As folhas estendem-se numa só camada e deixam-se secar. As raízes devem ser lavadas primeiro, depois cortadas e, finalmente, atadas em feixes, dependurando-se para secarem em lugar bem ventilado..

Manjerona

Manjerona

A manjerona (Origamim majorana) pertence à família das Labiadas; é de origem africana e encontra-se subespontânea ou cultivada em todo o Portugal. A manjerona necessita de um solo leve, mas nutritivo. É excelente o solo pantanoso ou semi-pantanoso. No cultivo da horta, semeiam-se as sementes (que é melhor misturar com areia) em Março, em alfobres. Depois das geadas de Março-Abril faz-se a transplantação para terreno livre, distanciando a planta 20 a 40 centímetros. Com bom tempo são possíveis duas colheitas em média. Nas zonas que oferecem perigo de geadas pode proceder-se à sementeira directa em sulcos, na Primavera. A capacidade germinativa é de 70 a 90 %. A germinação produz-se.