Alcachofras

Alcachofras

Com o nome de alcachofras designam-se as cabecinhas floridas verdes e ainda incompletamente desenvolvidas de uma espécie de cardo (Cynara cardunculus L. ssp. Scolymus), pertencente à família das Compostas, que se cultiva em toda a bacia do Mediterrâneo, mas especialmente na Espanha e na França. Não há dúvida de que os povos do Mediterrâneo já usavam há séculos como alimento esta planta no estado silvestre, devido às suas qualidades nutritivas, às suas brácteas e aos seus receptáculos carnudos. Composição e propriedades Na análise das substâncias que compõem as cabecinhas, encontrou-se inulina, açúcares, tanino e os fermentos inulase, invertase e coalho. Entre as vitaminas encontram-se em 100 g de substancia fresca:.

Capuchinha

Capuchinha

A capuchinha (Tropaeolum majus) não se deve confundir com o mastruço. Efeito como bactericida Esta planta desenvolve uma considerável actividade bactericida. Ocorre, além disso, o facto de uma substância cuja natureza química desconhecemos desenvolver a sua actividade em forma de gases voláteis, o que apresenta uma grande transcendência prática. Um cientista demonstrou, mediante ensaios próprios, que quando se consome uma salada de capuchinhas, a matéria gasosa antibacteriana ainda se pode localizar na urina, nove horas depois. Novos ensaios mostraram a sua eficácia contra germes de doenças, sobretudo bactérias de pus e intestinais, assim como o tifo. a disenteria, a difteria e a pneumonia. É verdadeiramente impressionante que todos os modernos.

Espargos

Espargos

Sob o ponto de vista da Botânica, o espargo (Asparagus officinalis), da família das Liliáceas, é um talo de cerca de um melro de altura, que se mantém no Inverno e tem uma raiz lenhosa. Os que se compram na Primavera, por bom preço, não são mais do que os rebentos recentes de um talo de numerosos rebentos, cujo desenvolvimento inicial exige uns três anos. Composição e propriedades Tão antiga como o cultivo do espargo é a observação dos efeitos diuréticos dos renovos das raízes e daí o seu significado terapêutico. Este conhecimento tem-se mantido em todos os tempos, embora presentemente desempenhe um papel na dieta que não está limitado.

Couves

Couves

A couve (Brassica) pertence à numerosíssima família das Crucíferas (umas 1900 espécies), que compreende quase sem excepção todas as verduras. Contém numerosos óleos consistentes e enxofrados que estimulam o apetite e reforçam assecreções das glândulas, especialmente no tubo gastrintestinal. Esta planta está largamente representada em Portugal. As formas de cultivo mais comuns são a couve portuguesa, a couve galega, a couve lombarda, a couve crespa ou de Sabóia, a couve de Bruxelas, a couve-rábano, a couve-flor, o repolho, os bróculos, os nabos e as nabiças. Composição e propriedades Até hoje, infelizmente, não nos podem dizer muita coisa os químicos a este respeito. Conhece-se, porém, o conteúdo das diferentes variedades de.

AIPO

AIPO

O aipo (Apium graveolens) pertence à família das Umbelíferas. Encontra-se em toda Península Ibérica nos terrenos pantanosos e salinos, cultivando-se particularmente as variedades dulce e lusitanicum. Não se pode conhecer a qualidade da semente, pelo que a sua compra é uma questão de boa fé. O cultivo em grande extensão é aconselhado apenas quando o aipo encontrar um solo apropriado num lugar húmido e chuvoso. Composição a propriedades medicinais Nas folhas encontram-se óleo essencial, apiona, inosila, sais; no bolbo: óleo essencial, açúcares, amido, pentosanas, colina, tirosina, glutamina, asparraguina e vitaminas. Ao teor de óleo essencial se deve o seu eleito específico sobre os rins. Os vasos renais dilatam-se e, portanto,.