Beterraba

Beterraba

A beterraba vermelha (Bela vulgaris cruenta rubra) é uma variedade de beterraba comum. A sua raiz grossa e carnuda contém um suco vermelho sanguíneo. Composição A beterraba apresenta um teor de hidrocarbonatos de 6 a 9%, figurando entre eles sacarose, frutose e rafinose; embora pese ao seu escasso teor em proteína (de 1.10 a 1,8 %), a verdade é que figuram nele os aminoácidos de grande valor biológico: asparraguina, glutamina e glucocola. e um excesso de bases, devido ao seu teor em potássio, sódio, magnésio e cálcio; também se conhece a presença de dois metais raros (rubidio e césio), cujo significado biológico ignoramos completamente. Há que ter também presente o.

Ruibarbo

Ruibarbo

Por ruibarbo (Rheum Officinale) entende-se geralmente a raiz seca e pelada de algumas variedades do género «Rheum» oriundo da China e do Tibete. Além do ruibarbo comum, também se cultivam entre nós outras espécies de Rheum, todas elas exóticas e com as mesmas aplicações, como o “Rheum palmatum”, ruibarbo palmeado ou ruibarbo da Rússia. Da forte cepa nasce e cresce rapidamente na Primavera um renovo que chega a dois metros de altura, com as conhecidas folhas largas em forma de coração, os talos ocos e as coroas de flores em forma de cachos. O emprego do ruibarbo para uma depuração na Primavera é a fórmula mais comoda e simples para.

Rábano

Rábano

Alem do rábano silvestre, a família das Crucíferas ainda nos oferece o rábano (Raphamis sativus). Como país aborígene deve considerar-se provavelmente a Ásia e como planta originária a mostarda silvestre. É raro apresentar-se no estado natural e desde há séculos que se vem cultivando. Propriedades e aplicações O rábano contem os mesmos elementos activos que os seus semelhantes: o rábano silvestre, o agrião e a cocleária. Tal como o rábano silvestre, o rábano vulgar estimula a função das glândulas digestivas, o que tem como consequência abrir o apetite. O seu emprego está indicado nos catarros do aparelho digestivo. Há que salientar também o excelente efeito, sobretudo o do suco de.

Calendário de Verduras e Saladas Silvestres

Nome cientifico  comum Elemento botânico empregado Época de colheita Modo de usar Agrião (Nasturium Officinale) Rebentos e folhas recentes Fevereiro – Outubro Salada, verdura, regimes depuradores do sangue. Alface de Cordeiro (Valerianela olitoria) Rosetas de folhas Outubro – Dezembro Salada e sopa Alho de Urso (Allium Ursinum) Folhas Abril – Maio Salada, sopa, aditamento com espinafre e urtiga Armole (Chenopodium bonus Henricus) Rebentos tenros, folhas Abril – Outubro Salada, legumes, sopa Azedas (Humex acetosa) Folhas Abril – Maio Salada, Legumes e complemento Cerefolho (Anthriscus cerofolium) Toda a planta Abril – Junho Salada, complemento de salada, sopa com azedas Dente de Leão (Taraxacum officinale) Folhas tenras Abril – Julho Salada, legumes.

Espinafres

Espinafres

O espinafre (Spinacia oleracea) é uma Quenopodiácea, que provavelmente procede do Oriente. Cultivam-se na Península Ibérica, em grande quantidade, o espinafre comum ou de Inverno (Spinacia oleracea), e o espinafre da Holanda ou de Verão (Spinacia glabra) com propriedades semelhantes. Composição e propriedades Como em todas as hortaliças de folhas, o espinafre não possui um conteúdo extraordinário de substâncias nutritivas. Em 100 g de espinafre figuram 93 g de água, 23 g de proteínas, 0,3 g de gordura, e 1,8 g de hidrocarbonatos, e apenas umas 20 calorias. É, porém, importante o seu rico conteúdo de vitaminas, valiosos minerais em forma de sais, clorofila, oligoelementos e fermentos. Do que vamos.