Pêssegos

Pêssegos

O pessegueiro (Prunus pérsica) pertence à família das rosáceas e, contra o que poderia facilmente deduzir-se do seu nome latino, a verdade é que não é procedente da Pérsia, mas sim do Norte da China. Composição O conteúdo em princípios nutritivos e calorias dos pêssegos é muito parecido com o dos damascos, conforme se pode apreciar no seguinte quadro comparativo. Conteúdo por 100 gramas de:   VITAMINAS   Proteínas Gorduras Hidratos de carbono Calorias A U.I B1 grama B2 grama C Mg PP Mg Damascos frescos 0.8 0.1 12 50 2000 30 50 8 0.7 Pêssegos frescos 0.7 0.2 12 55 500 30 50 8 0.9 Pêssegos secos 3 0.6.

Amendoim

Amendoim

O primeiro europeu que nos proporcionou uma relação sobre esta leguminosa procedente do Brasil, e cujo nome científico é Arachis hypogea, que desempenhou activamente o cargo de director de minas em Cuba de 1513 a 1524, onde o encontrou abundantemente cultivado. Actualmente também se cultiva nas regiões tropicais e subtropicais da América, na África Oriental e Ocidental e nas índias Orientais. O amendoim apresenta a particularidade de poder amadurecer os frutos debaixo da terra, donde lhe deriva o nome latino (hypogeus = subterrâneo). Nos países civilizados utilizam-se as sementes maduras ou tostadas como alimento saboroso. Composição e propriedades como fruto oleaginoso Mediante pressão a frio (1ª e 2ª extracção) obtém-se.

Amêndoas

Amêndoas

Toda a gente conhece o fruto da amêndoa encerrado num caroço, que por sua vez está recoberto de uma pele coriácea e abundantemente pelosa. A amêndoa (Amygdalus communis) é uma árvore parecida com a do pêssego, pertencente à família das Rosáceas, que apresenta a particularidade de florir antes do aparecimento das folhas. No mercado encontram-se diversas classes e variedades de amêndoas: espanholas, italianas, berberes (do Norte da Africa) e alemãs. O seu uso na confeitaria e na pastelaria é considerável, por causa do seu delicado gosto. Tem também importância na alimentação e na medicina, embora se deva ter em conta que temos de eliminar as amêndoas amargas, pelo seu conteúdo.

Abrunhos

Abrunhos

O frequentemente desprezado abrunheiro (Prunus Spinosa) pertence à família das Rosáceas, dá-se em toda a Península Ibérica, em sebes, matos e lugares pedregosos. Este arbusto tem muitos nomes. Costuma apresentar-se como arbusto espinhoso perene bastante espesso, com a casca quebradiça, cinzento-escura, de mais de dois metros de altura. Os frutos, quase esféricos, sumarentos e de sabor amargo, com um só caroço grande, quando maduros têm uma cor azulada; o interior é polpudo e verde. Colhem-se e empregam-se as flores, seguindo as normas repetidas nas espécies anteriores. Composição Nas sementes, encontram-se geralmente 3 % de amigdalina, óleo gordo e emulsina; nas folhas, um glicósido e nas flores pequenas quantidades de glicósidos.

Roseira Silvestre

Roseira Silvestre

Pertence a conhecidíssima rosa silvestre (Rosa canina) à família das Rosáceas. A sua popularidade fica demonstrada pelas numerosas designações que apresenta. Tem muitas variedades, com as mesma aplicações, conhecidas com diversos nomes, conforme as regiões. A roseira silvestre ou roseira-brava forma arbustos lenhosos com grandes ramos, defendidos com espinhos torcidos em forma de anzol. É no Outono que se colhem os seus frutos. É preciso cuiiado para não se apanharem arranhões tanto nas mãos, como nos braços e na roupa. Limpam-se dos restos dos talos e das flores. Se não se consumirem frescos, devem ser estendidos numa só camada para secar. Quando estiverem secos, passada uma semana, acabam-se de secar.