Roseira Silvestre

Roseira Silvestre

Pertence a conhecidíssima rosa silvestre (Rosa canina) à família das Rosáceas. A sua popularidade fica demonstrada pelas numerosas designações que apresenta. Tem muitas variedades, com as mesma aplicações, conhecidas com diversos nomes, conforme as regiões. A roseira silvestre ou roseira-brava forma arbustos lenhosos com grandes ramos, defendidos com espinhos torcidos em forma de anzol. É no Outono que se colhem os seus frutos. É preciso cuiiado para não se apanharem arranhões tanto nas mãos, como nos braços e na roupa. Limpam-se dos restos dos talos e das flores. Se não se consumirem frescos, devem ser estendidos numa só camada para secar. Quando estiverem secos, passada uma semana, acabam-se de secar.

Groselhas vermelhas

Groselhas vermelhas

A groselheira vermelha (Ribes rubrum) é irmã da negra. Espontânea nos matos, encontra-se nas montanhas e apresenta-se com vários nomes. Composição Os médicos medievais apreciavam a groselha, tanto a vermelha como a negra, em todas as doenças agudas dos órgãos digestivos. Isto compreende-se pela sua composição: elevado conteúdo de água (87,4 %), albumina escassa (0,88%), poucos hidratos de carbono (8,5%), poucas matérias minerais (0,63 %) e reduzido número de calorias (46). Pelo contrário, abundante conteúdo de ácidos de fruta (2,5 % de ácidos tartárico, cítrico e malónico), vitamina C (155 mg em 100g) e vitamina B1 (0,08 mg em 100 g).   Emprego como planta medicinal A groselha vermelha em.

Cocos

Cocos

Nos trópicos o coco (Cocos nuccifera) é muito apreciado tanto pelos brancos como pelos nativos, por causa da sua polpa branca e substanciosa e pelo refrescante leite, tudo protegido por uma duríssima casca. A polpa e o leite de coco constituem um alimento geral naquelas regiões, pois podem ter diversas aplicações. Pode ser ralado, assado, cozido e empregar-se em numerosos preparados. Também são quase imprescindíveis na cozinha tropical o óleo e a gordura do coco. As pouco exigentes palmeiras de cocos não só facilitam aos indígenas os cocos, cuja casca lhes serve muitas vezes de vasilha, como também as folhas para os tectos das cabanas de barro; o miolo vende-se.

Uvas

Uvas

Nalgumas regiões da Península Ibérica encontra-se, espontaneamente, a Vitis labrusca ou videira silvestre. Mas o número de variedades obtidas a partir da videira cultivada (Vitis vinifera), que se exploram tradicionalmente para consumo de mesa, é enorme. Composição Entre os elementos activos e na composição do sumo de uvas, encontramos: água 72,92 %, albumina 0,38 %, glicose 23,51 %, outros hidratos de carbono 2,23 %, cremor tártaro 0,52%, ácido tartárico 0,29 %, outros ácidos 0,29 % e minerais 0,50 %. O valor calórico é reduzido. 100 gramas de uvas contêm apenas 79 calorias. Também não é grande o conteúdo em vitaminas. Modo de acção O aproveitamento das uvas é muito variado..

Damascos

Damascos

O damasco (Arrneniaca vulgaris) contém apenas uma pequena quantidade de proteínas que não chegam a 0,8 %, 0,1 % de gorduras e 10-12 % de hidratos de carbono. É um alimento energético de pouco valor. No estado seco, uma vez que o elevado conteúdo de água dos frutos frescos baixou de 86 para 23 por cento, o seu valor energético fica consideravelmente aumentado, acontecendo o mesmo com as proteínas que sobem cinco por cento do peso, as gorduras sobem para 0,4% e os hidratos de carbono para 67 %. Os frutos frescos produzem 50 calorias por cada 100 g, ao passo que os secos chegam até 300 calorias. A sua.