Romãs

Romãs

A romãzeira (Punica granatum), pertencente à família das Mirtáceas, é rara na Europa Central, mas cultiva-se em grande quantidade na Europa do Sul e no Norte de África. É uma das espécies cultivadas desde os mais antigos tempos e empregadas em usos domésticos. Nos textos do antigo Egipto encontra-se mencionada sob o nome de «schedech-it» uma espécie de limonada que se obtinha da polpa da romã, um pouco ácida e refrescante. No Pentateurco regista-se com frequência como os Hebreus, durante a sua peregrinação pelo deserto, dirigidos por Moisés, acharam a falta das romãs e das uvas do Egipto. No templo de Salomão foi usada a romã como motivo decorativo. Também.

Marmelos

Marmelos

Os marmeleiros (Cydonia vulgaris) crescem como arbusto ou árvore até quase à altura de quatro metros. Os marmelos têm pevides, que na água soltam uma substância viscosa. No Cáucaso, Arménia, Ásia Menor e parte da Pérsia crescem marmeleiros silvestres, e na velha Grécia as «maçãs de ouro» eram consagradas à deusa do amor, Afrodite. Como muitas outras rosáceas, os marmelos chegaram até nós através da Grécia e da Itália. Bem maduros podem consumir-se crus. Toda a dona de casa que alguma vez tenha provado a saborosa marmelada, geleia ou pasta de marmelo, não deixará de as querer também fazer. Os marmelos contém tal quantidade de pectina que não necessitam de.

Ananas

Ananas

Esta fruta de rara estrutura e de maravilhoso aroma procede da América tropical; mas cultiva-se também noutros países de clima tropical ou subtropical. A perene raiz do ananás (Ananas sativa) produz uma roseta que consta de um eixo central com numerosas florinhas isoladas, cujos frutos com as folhas de recobrimento convertidas em ponta e o mesmo eixo constituem a fruta amarela sem semente. Composição Embora se trate de uma fruta cara, a verdade porem é que é importada em grande quantidade. Pode ser considerada como alimento e como remédio. Possui, além disso, uma característica de grande valor em medicina que a distingue das outras frutas. Vejamos, em primeiro lugar, a.

Ameixa

Ameixa

A ameixa considera-se oriunda das terras do baixo Danúbio, da Pérsia, da Arménia e do Cáucaso. As cultivações sírias, em volta de Damasco, alcançaram grande fama. Através dos Gregos e dos Romanos, também as ameixas chegaram até nós, embora os Romanos só as cultivassem mais tarde. Segundo se diz na «Capitulare de Villis», Carlos Magno, em 812, mandou plantar ameixeiras, de diversas espécies, nas suas propriedades imperiais. Hoje, as ameixas desfrutam de uma popularidade geral com foros de plantas indígenas. A ameixa autêntica (Prunus domestica) tem diversos nomes, nas várias regiões. Pertence à família das Rosáceas. O abrunho (Prunus insitifia), também chamado abrunho grande, abrunho de enxertar, é diferente botânicamente.

Maçãs

Maçãs

A maçã (Pitus malus) já era conhecida e apreciada entre os povos cultos da Antiguidade. Encontramos o seu cultivo tanto entre os Israelitas, Gregos e Romanos, como entre os nossos mais remotos antecessores. Da Idade Média temos numerosos testemunhos que nos informam sobre o alto nível do cultivo da maçã e mais especialmente acerca do cultivo da maçã silvestre. Em numerosos cruzamentos com tipos da Europa, Ásia e Ultramar, apareceram as variedades hoje conhecidas, que passam de 600. Muitos milhões de maçãs proporcionam hoje não só um apetitoso alimento como também uma valiosa matéria-prima para numerosos ramos de indústria, como sejam os fabricos de marmeladas e de sumos. Botânicamente, a.