Marmelos

Marmelos

Os marmeleiros (Cydonia vulgaris) crescem como arbusto ou árvore até quase à altura de quatro metros. Os marmelos têm pevides, que na água soltam uma substância viscosa. No Cáucaso, Arménia, Ásia Menor e parte da Pérsia crescem marmeleiros silvestres, e na velha Grécia as «maçãs de ouro» eram consagradas à deusa do amor, Afrodite. Como muitas outras rosáceas, os marmelos chegaram até nós através da Grécia e da Itália. Bem maduros podem consumir-se crus. Toda a dona de casa que alguma vez tenha provado a saborosa marmelada, geleia ou pasta de marmelo, não deixará de as querer também fazer. Os marmelos contém tal quantidade de pectina que não necessitam de.

Ananas

Ananas

Esta fruta de rara estrutura e de maravilhoso aroma procede da América tropical; mas cultiva-se também noutros países de clima tropical ou subtropical. A perene raiz do ananás (Ananas sativa) produz uma roseta que consta de um eixo central com numerosas florinhas isoladas, cujos frutos com as folhas de recobrimento convertidas em ponta e o mesmo eixo constituem a fruta amarela sem semente. Composição Embora se trate de uma fruta cara, a verdade porem é que é importada em grande quantidade. Pode ser considerada como alimento e como remédio. Possui, além disso, uma característica de grande valor em medicina que a distingue das outras frutas. Vejamos, em primeiro lugar, a.

Nêsperas

Nêsperas

Estes frutos têm um sabor bastante áspero. Contêm no seu interior cinco caroços e no estado silvestre são práticamente incomestíveis. Quando, porém, são submetidos a temperaturas baixas ou permanecem durante várias semanas conservados em palha, tomam uma consistência pastosa e adquirem o cheiro característico da fruta e um sabor entre doce e ácido. Por causa do seu elevado conteúdo de pectina não se pode obter o sumo de modo que interesse. A nespereira pode melhorar-se como árvore frutífera mediante enxertos em pereiras, macieira (Pirits), marmeleiro (Cydonia) ou espinheiro branco (Crataegus). As variedades cultivadas são as de fruto grande e conforme a forma chamam-se nêspera-pêra ou nêspera-maçã. Regulador das funções intestinais.

Ameixa

Ameixa

A ameixa considera-se oriunda das terras do baixo Danúbio, da Pérsia, da Arménia e do Cáucaso. As cultivações sírias, em volta de Damasco, alcançaram grande fama. Através dos Gregos e dos Romanos, também as ameixas chegaram até nós, embora os Romanos só as cultivassem mais tarde. Segundo se diz na «Capitulare de Villis», Carlos Magno, em 812, mandou plantar ameixeiras, de diversas espécies, nas suas propriedades imperiais. Hoje, as ameixas desfrutam de uma popularidade geral com foros de plantas indígenas. A ameixa autêntica (Prunus domestica) tem diversos nomes, nas várias regiões. Pertence à família das Rosáceas. O abrunho (Prunus insitifia), também chamado abrunho grande, abrunho de enxertar, é diferente botânicamente.

Maçãs

Maçãs

A maçã (Pitus malus) já era conhecida e apreciada entre os povos cultos da Antiguidade. Encontramos o seu cultivo tanto entre os Israelitas, Gregos e Romanos, como entre os nossos mais remotos antecessores. Da Idade Média temos numerosos testemunhos que nos informam sobre o alto nível do cultivo da maçã e mais especialmente acerca do cultivo da maçã silvestre. Em numerosos cruzamentos com tipos da Europa, Ásia e Ultramar, apareceram as variedades hoje conhecidas, que passam de 600. Muitos milhões de maçãs proporcionam hoje não só um apetitoso alimento como também uma valiosa matéria-prima para numerosos ramos de indústria, como sejam os fabricos de marmeladas e de sumos. Botânicamente, a.