Figos

Figos

A figueira (Ficas carica) pertence à família das Moráceas. Os figos não são frutos, no rigor do termo, mas sim a polpa das infrutescências. Nos países da Europa meridional e no Oriente, os figos constituem um alimento nutritivo, tanto frescos como secos. Por outro lado, também são um magnífico remédio dietético e é precisamente por isso que aqui os consideramos. Composição O conteúdo em substâncias nutritivas e o seu valor energético são muito parecidos com os das tâmaras, como se pode ver no quadro que apresentamos no fim do estudo sobre os figos. Neste quadro, porém, não se especificam as substâncias que dão valor dietético de primeira ordem aos figos..

Bananas

Bananas

As bananas, que se tornaram tão populares entre nós, são o fruto da bananeira tropical (Musa paradisíaca) e da sua forma cultivada (Musa sapientium). A banana é um alimento muito importante nos trópicos e um grande artigo de exportação. Infelizmente, não chegamos a saborear o gosto das bananas amadurecidas em fresco e naturalmente. As de exportação são colhidas verdes, amadurecidas artificialmente nos portos importadores. Mesmo assim, constituem tanto para as pessoas sãs como para as doentes um fruto de qualidade excepcional. Composição Ao passo que o conteúdo em hidratos de carbono da batata consiste, exclusivamente, em amido, a banana madura apenas tem frutose e glicose (açúcar invertido) e nenhum amido. Conteúdo.

Pêssegos

Pêssegos

O pessegueiro (Prunus pérsica) pertence à família das rosáceas e, contra o que poderia facilmente deduzir-se do seu nome latino, a verdade é que não é procedente da Pérsia, mas sim do Norte da China. Composição O conteúdo em princípios nutritivos e calorias dos pêssegos é muito parecido com o dos damascos, conforme se pode apreciar no seguinte quadro comparativo. Conteúdo por 100 gramas de:   VITAMINAS   Proteínas Gorduras Hidratos de carbono Calorias A U.I B1 grama B2 grama C Mg PP Mg Damascos frescos 0.8 0.1 12 50 2000 30 50 8 0.7 Pêssegos frescos 0.7 0.2 12 55 500 30 50 8 0.9 Pêssegos secos 3 0.6.

Romãs

Romãs

A romãzeira (Punica granatum), pertencente à família das Mirtáceas, é rara na Europa Central, mas cultiva-se em grande quantidade na Europa do Sul e no Norte de África. É uma das espécies cultivadas desde os mais antigos tempos e empregadas em usos domésticos. Nos textos do antigo Egipto encontra-se mencionada sob o nome de «schedech-it» uma espécie de limonada que se obtinha da polpa da romã, um pouco ácida e refrescante. No Pentateurco regista-se com frequência como os Hebreus, durante a sua peregrinação pelo deserto, dirigidos por Moisés, acharam a falta das romãs e das uvas do Egipto. No templo de Salomão foi usada a romã como motivo decorativo. Também.

Marmelos

Marmelos

Os marmeleiros (Cydonia vulgaris) crescem como arbusto ou árvore até quase à altura de quatro metros. Os marmelos têm pevides, que na água soltam uma substância viscosa. No Cáucaso, Arménia, Ásia Menor e parte da Pérsia crescem marmeleiros silvestres, e na velha Grécia as «maçãs de ouro» eram consagradas à deusa do amor, Afrodite. Como muitas outras rosáceas, os marmelos chegaram até nós através da Grécia e da Itália. Bem maduros podem consumir-se crus. Toda a dona de casa que alguma vez tenha provado a saborosa marmelada, geleia ou pasta de marmelo, não deixará de as querer também fazer. Os marmelos contém tal quantidade de pectina que não necessitam de.