O cancro é essencialmente o proteste de grupos de células, a princípio pequenas, mas cada vez maiores, contra a considerável deformação das condições naturais na vida das células, contra a irritação e sobrecarga durante muitos anos, no interior e desde o exterior, das suas funções naturais e das suas
manifestações vitais, coincidindo com a insuficiência das matérias ativas e regeneradoras imprescindíveis. O cancro equivale a um absurdo motim dos oprimidos até ao suicídio; é a
revolução desesperada contra a irracionabilidade humana.
No fundo, o cancro é um sintoma do nosso afastamento da natureza, da falta de sossego e de direção que adquire a sua expressão final no aspecto corporal com a perda dos verdadeiros alimentos que nos são próprios.

Comentários