A alimentação no tratamento e profilaxia da paralisia infantil

A alimentação no tratamento e profilaxia da paralisia infantil

No tratamento da paralisia infantil (poliomielite), conforme as experiências obtidas durante os últimos anos, volta-se a dar grande importância à alimentação. Em todas as doenças infecciosas produz-se durante a fase aguda um maior consumo de proteínas, gorduras, vitaminas e fermentos. Isto exige também a paralisia infantil, expressando-se tal facto com a perda considerável de peso durante as primeiras três a seis semanas. A perda de substância orgânica é de grande importância para a capacidade defensiva nesta grave doença. As substâncias defensivas estão geralmente unidas com um núcleo proteínico e devem estar representadas na alimentação diária. Verifica-se realmente nos três primeiros dias nos doentes de paralisia infantil um crescente aumento de.

Sono natural e narcose

Sono natural e narcose

Em princípio, os únicos meios seguros para fazer dormir os pacientes foram o ópio e, um pouco mais tarde, a morfina, extraída daquele. Por isso se considerou um valioso enriquecimento da farmacopeia a descoberta, em 1869, do hidrato de cloral, que permitia ao medico prescindir em muitos casos da morfina, que implicava o perigo nada despiciendo de provocar a habituação. A imensa maioria dos soníferos deriva de um reduzido número de combinações químicas que provocam o complexo efeito narcótico, ou seja, que o seu principal resultado é a paralisação do cérebro com perda do conhecimento. A seguir, tem lugar a paralisação das regiões mais profundas do cérebro. E esse desaparecimento.

Alimentos utilizados no regime

Alimentos utilizados no regime

Segundo a prescrição do nutricionista são permitidos os seguintes alimentos: fruta crua, raízes cruas, leite cru, manteiga, flocos de aveia crus, pão integral, ovos crus e mel. Entre a fruta figuram: maçãs, peras, ameixas, avelãs, nozes, sementes de girassol, feijão verde tenro, cerejas, uvas, pêssegos, uva, groselha, framboesas, amora, laranjas, bananas, amêndoas, castanhas americanas, flocos, amendoins, tomates, cerais (grãos de trigo e de centeio germinados) e frutos secos (tâmaras, figos, passas de corinto e de Málaga). Entre as raízes contam-se, principalmente, as cenouras e o nabo. Depois de haver observado durante dez anos o efeito deste regime em mais de 2500 doentes, julga o nutricionista (cujos doentes foram cuidadosamente observados.

O gérmen de trigo remédio para os nervos

O gérmen de trigo remédio para os nervos

Os gérmen de trigo, além das tantas vezes repetidas vitaminas e minerais, contém um grupo de matérias que o nutricionista localizou e que chamou auxonas. São o material para o crescimento, multiplicação celular e regeneração nos organismos animais, que hoje despertam grande interesse. Se as auxonas faltarem, fica muito afetado o metabolismo. Se também faltar a vitamina B1 o metabolismo cessa absolutamente. As consequências serão a velhice prematura e a morte. Se, faltando as auxonas, persistir o consumo de vitamina B1, chega-se à descalcificação, à vida vegetativa ou à meso trofia (seminutrição), como tecnicamente é expressada. A presença deste material em quantidade suficiente leva, por outro lado, a uma convalescença.

O regime para doentes nervosos (especialmente na esclerose múltipla)

O regime para doentes nervosos (especialmente na esclerose múltipla)

Numerosas descobertas e observações inspiraram ao nutricionista a ideia de que uma doença grave nervosa, a esclerose múltipla, que começa com deformações inflamatórias na medula e no cérebro, seguidas de uma degenerescência do tecido nervoso, é apenas o último termo de alimentação defeituosa durante anos, como a que forçosamente traz consigo a desnaturalização dos alimentos. Apresenta, portanto, um regime curativo, no qual se suprime na medida do possível toda a desnaturalização; deste modo têm-se conseguido êxitos evidentes em casos leves ou poucos graves de esclerose múltipla, debatidos apaixonadamente nos Congressos Médicos e discutidos também noutras Clínicas. Apesar de intensos trabalhos de investigação em todos os países civilizados, a verdade porem.