Corno a tuberculoso se tem contado sempre entre as doenças infecciosas crônicas «consumptivas», predominou durante muito tempo o critério de que os tuberculosos deviam comer o mais possível. Mas, pensando-se assim, esquecia-se que a defesa contra a infecção estendia até ao máximo as forças do
organismo e que, portanto, uma superalimentação não só era inútil como também viria a ser prejudicial com a consequente carga no metabolismo e na circulação. Os casos excepcionais em que se indica uma «cura de engorda», ordenada e controlada por médico, nada indicam.
Mantém-se hoje o critério de que o tuberculoso deve ser perfeitamente alimentado, isto é, pelo modo mais natural e prudente possível, deixando que a quantidade consumida esteja de acordo com o apetite.

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