Correlações entre a alimentação e as doenças da pele

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Também nos adultos há estreitas relações entre a pele sã e a alimentação. Os numerosos efeitos sobre a pele, como o calor, frio, tóxicos, bactérias, fungos, parasitas e inclusivamente lesões a que diárias ou ocasionalmente nos encontramos expostos, dificilmente podem provocar doenças cutâneas se a pele enquanto órgão estiver em normais e sãs condições de defesa, Há uma propensão interna para as enfermidades da pele que, sem duvido, depende do estado da alimentação.
E, pois, importante que os doentes da pele de qualquer espécie ordenem a sua alimentação e, conforme a experiência, isso significa que deve ser: simples, parca, integral e pobre em sal. Toda a debilitação da nossa potência vital implica para a pele uma redução na capacidade defensiva. Os tecidos orgânicos debilitados mais cedo ou mais tarde vêm a ser objecto de ataque a campo nutritivo de numerosos germes que não podemos afastar do nosso mundo imediato, por muito que desinfectemos a pele e que, em última análise, são essenciais para o equilíbrio biológico. No homem não constituem um estímulo permanente para a conservação da sua capacidade defensiva. Num tecido normal, os germes purulentos não encontram condições favoráveis de vida.
Numerosas questões sobre relações entre as doenças da pele e o metabolismo, as funções da circulação, a atividade intestinal e hepática, a adição de vitaminas, minerais e fermentos, as funções das glândulas internas, assim como a vida nervosa e espiritual, ficam esclarecidas. O tratamento interno e externo, a higiene e o modo de vida, também devem dar o seu contributo essencial no processo de cura.

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