Condições orgânicas no aparecimento do cancro

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Normalmente, existem já no corpo matérias estreitamente relacionadas com o elemento que, segundo os conhecimentos atuais, é a causa mais ativa do cancro, o metil colantreno são, antes de mais, os ácidos biliares, a colesterina e as hormonas das glândulas sexuais. Naturalmente, tudo isto favorece a ideia da possibilidade de uma formação cancerosa por matérias insuficientes ou mal formadas, próprias do organismo.
Outros investigadores verificaram uma curiosa coincidência entre a escassez de potássio e as lesões cancerosas nas plantas e nos seres humanos. Noutro estudo, verifica-se que os cancerosos mostram um predomínio do sistema nervoso vegetativo com insuficiência simultânea do simpático com as correspondentes consequências para o equilíbrio de vitaminas, hormonas e fermentos e para o meio ambiente físico-químico.
Encontram-se, além disso, novas observações sobre a relação entre o desenvolvimento do cancro e a função da glândula pineal.
Da mesma maneira podemos expor inumeráveis observações que apresentam um grave transtorno metabólico nos doentes do cancro ou de outros tumores, sem que até agora se possa dizer se estas mudanças foram causa de tumores malignos ou se foi o cancro a origem destas alterações.
De qualquer modo, as observações e os resultados de investigações clínicas até aqui realizadas levam à convicção de que por agora se conhecem numerosos factores externos ocasionadores do cancro, sobretudo em nossos alimentos quando são desnaturalizados pelo cultivo não-natural, por adubos não-biológicos, por conservação química, por branqueamento ou coloração artificiais. Além disso, certos estados internos devidos a fenômenos metabólicos também provocam ou facilitam a formação do cancro.
Além destes dois grupos de causas, fala-se hoje da influencia hereditária como algo perceptível nas formações cancerosas. Os numerosos resultados da investigação sobre gémeos e das experiências com animais acabaram com a teoria da «tendência congênita para o cancro».

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