Cocos

Cocos

Nos trópicos o coco (Cocos nuccifera) é muito apreciado tanto pelos brancos como pelos nativos, por causa da sua polpa branca e substanciosa e pelo refrescante leite, tudo protegido por uma duríssima casca. A polpa e o leite de coco constituem um alimento geral naquelas regiões, pois podem ter diversas aplicações. Pode ser ralado, assado, cozido e empregar-se em numerosos preparados. Também são quase imprescindíveis na cozinha tropical o óleo e a gordura do coco. As pouco exigentes palmeiras de cocos não só facilitam aos indígenas os cocos, cuja casca lhes serve muitas vezes de vasilha, como também as folhas para os tectos das cabanas de barro; o miolo vende-se.

Uvas

Uvas

Nalgumas regiões da Península Ibérica encontra-se, espontaneamente, a Vitis labrusca ou videira silvestre. Mas o número de variedades obtidas a partir da videira cultivada (Vitis vinifera), que se exploram tradicionalmente para consumo de mesa, é enorme. Composição Entre os elementos activos e na composição do sumo de uvas, encontramos: água 72,92 %, albumina 0,38 %, glicose 23,51 %, outros hidratos de carbono 2,23 %, cremor tártaro 0,52%, ácido tartárico 0,29 %, outros ácidos 0,29 % e minerais 0,50 %. O valor calórico é reduzido. 100 gramas de uvas contêm apenas 79 calorias. Também não é grande o conteúdo em vitaminas. Modo de acção O aproveitamento das uvas é muito variado..

Damascos

Damascos

O damasco (Arrneniaca vulgaris) contém apenas uma pequena quantidade de proteínas que não chegam a 0,8 %, 0,1 % de gorduras e 10-12 % de hidratos de carbono. É um alimento energético de pouco valor. No estado seco, uma vez que o elevado conteúdo de água dos frutos frescos baixou de 86 para 23 por cento, o seu valor energético fica consideravelmente aumentado, acontecendo o mesmo com as proteínas que sobem cinco por cento do peso, as gorduras sobem para 0,4% e os hidratos de carbono para 67 %. Os frutos frescos produzem 50 calorias por cada 100 g, ao passo que os secos chegam até 300 calorias. A sua.

Arandos encarnados

Arandos encarnados

A família das Eriáceas fornece-nos arandos encarnados (Vaccinium vitis idaea). Aparecem em turfeiras, de preferência em solos pouco calcários, em prados e bosques. O arando encarnado floresce de Maio a Agosto, formando pequenos arbustos vivazes, cujas bagas se colhem em Julho, em cubas ou cestos. Formam cachos, e tem um sabor levemente ácido; são aromáticos e adstringentes. Composição Como substâncias activas e estruturais, encontram-se em suas folhas arbutina, metilarbutina, ericolina e tanino e nos bagos muitos ácidos de tanino e outros orgânicos.   Modo de actuar e aplicações Como planta curativa, por causa do conteúdo em arbutina e metilarbutina, podem empregar- se as folhas dos arandos encarnados nas inflamações dos.

Groselhas Espim

Groselhas Espim

A groselheira espim (Ribes grossularia) pertence à família das Saxifragáceas. Há uma grande variedade com diferentes nomes, conforme as regiões. A groselheira espim cultivada que conhecemos começou a sê-lo nos fins do século 16. Há hoje muitas variedades, conforme a cor (vermelha, amarela, verde, branca) e a superfície (lisa, lanosa, espinhosa). Aplicações terapêuticas Diz-se muitas vezes que a groselha espim só se deve comer cozida. Esta suposição deriva das más consequências de se consumirem grandes quantidades de bagas cruas, sem estarem maduras. O fruto maduro não só é totalmente inócuo, como também é de sabor refrescante e de alto valor medicinal. O conteúdo considerável de celulose de combinação com a.