Alimentação artificial

Alimentação artificial

Quando por diferentes razões se deve implantar a alimentação com o biberão, tem de ser feita com os maiores cuidados, necessários em absoluto para alimentar «artificialmente» a criança. Antes de mais, é necessária a mais rigorosa limpeza na preparação do alimento, assim como é necessário evitar toda a modificação necessária nas diversas espécies de alimentos a empregar. Toda a ciência de alimentação artificial consiste precisamente em tratar de conseguir uma alimentação a mais parecida possível com a natural. Emprega-se geralmente leite de vaca, mas também de ovelha e de cabra, embora esta última possa produzir anemia. Na composição comparada do leite de vaca e da mulher existem algumas diferenças, como.

Como alimentar a criança

Como alimentar a criança

Toda a técnica de dar o peito ao pequeno consiste em fazê-lo de modo que não se torne um ato molesto para nenhum dos intervenientes. Nos primeiros dias, nos quais a criança permanece continuamente deitada, deve também a mãe dar-lhe de mamar deitando-se precisamente para o lado do peito que vai utilizar. Depois, há-de sustentar o pequeno com um braço de tal maneira que nele descansem a cabeça e o ombro da criança e com a outra mão levantará o peito até à posição exata para lhe introduzir o mamilo na boca, devendo o nariz estar completamente livre. Quando a mãe já não estiver de cama, realizará sempre esta operação.

Alimento dobrada

Alimento dobrada

Quando um pequeno tem à sua disposição leite suficiente no peito materno e este é racionalmente utilizado e mesmo assim o pequeno não engorda, não há que procurar a causa na natureza do leite, mas sim, na constituição da criança. Em tais casos há que recorrer a uma alimentação dobrada unindo ao leite materno o biberão. Este tipo de alimentação tem sido amplamente ensaiado como superior à alimentação completamente artificial; pode ser muito recomendável no caso de, como dizíamos, o leite da mãe não ser suficiente para a alimentação do filho, ou de, por motivos puramente econômicos ou sociais, a mãe não poder dar o peito ao filho mais de.

A alimentação proporcional ao peso

A alimentação proporcional ao peso

As necessidades alimentares das crianças variam com idade segundo a seguinte proporção: durante o primeiro mês e depois do sexto dia, deve dar-se-lhe 1/5 do peso do seu corpo; do segundo ao sexto mês, de 1/6 a 1/7; nu segunda metade do primeiro uno, 1/8 do peso, por dia. O peso normal da criança ao nascer oscila entre 3,250-3.450 g, peso este que deve duplicar no fim do quinto mês ou no principio do sexto, isto é, deve ter passado para 6-7 kg e triplicado no fim do primeiro ano, sem contudo exceder os 10 quilos. A diminuição fisiológica que sofre o peso do recém-nascido não deve ultrapassar dez por.

Os primeiros dias da criança

Os primeiros dias da criança

A primeira mamada costuma ser efetuada passadas vinte e quatro horas depois do nascimento. Em primeiro lugar, o recém-nascido toma o colostro em que se encontram os elementos nutritivos numa concentração muito elevada, contendo grandes quantidades de proteínas, gorduras, glícidos, sais e substâncias defensivas para o organismo. Quase sempre é suficiente esta quantidade para as necessidades alimentares da criança que, por assim dizer, regula «automaticamente» o leite. Estão, portanto, completamente enganadas as mães que, com medo de estarem a alimentar deficientemente os filhos, lhes começam a administrar, logo desde os primeiros dias, uma alimentação estranha. Quando muito, pode dar-se um pouco de água de chá adoçada com sacarina, numa colherinha,.