Ação das vitaminas

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As enormes exigências orgânicas durante a gravidez e, sobretudo, durante o parto, impõem um grande consumo de vitaminas do grupo B, especialmente de vitamina B1, fator imprescindível para os processos químicos na transmissão de impulsos pelo sistema nervoso e no metabolismo muscular.
O curso normal da gravidez e do parto está relacionado com a abundância de vitaminas, especialmente do grupo B e vitamina C.
Na prática, está perfeitamente demonstrada a insuficiência da vitamina B e C nos casos de transtornos no parto ou de esgotamento durante o mesmo.
Se, pelo contrário, se subministram grandes quantidades de vitamina, desaparece o esgotamento e as contrações são vigorosas e rítmicas, com o que o desenvolvimento do parto se acelera e abrevia notavelmente e de modo natural. Está demonstrado que os partos com vitamina B1 complementar se
efetuaram na metade do tempo que levam os outros partos sem vitaminas. Isto não quer dizer que a vitamina B1 seja considerada como remédio para o parto, no sentido próprio do termo. Apenas prepara a musculatura da matriz, de modo que as contrações produzidas tenham a sua maior eficácia e
diminuam as dores. A administração simultânea da vitamina C dificulta as hemorragias depois do parto.
Mediante o abundante consumo de alimentos ricos em vitaminas B e C durante a gravidez, conseguem-se as melhores condições para um desenvolvimento normal e fácil do parto.
Pelo que se disse atrás, sabemos que a fruta é a melhor fonte de vitamina C, salientando-se sobretudo as laranjas, os limões, uvas e a groselha preta. Proporcionam grandes quantidades de vitaminas B, os
germes de trigo, os cereais frescos e as leveduras alimentares. Estes produtos satisfazem ao mesmo tempo a função de dissolução do sal.
Constituem, portanto, os alimentos preferíveis e mais naturais do parto.

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