Alimentos pobres em estimulantes intestinais

30 Mai 2017
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Alimentos pobres em estimulantes intestinais

Função das «matérias inertes»  As «matérias inertes» como já dissemos no caso da digitalina, quando tratámos do problema de «substâncias puras ou misturas naturais», têm o seu significado e a sua função. Assim, na digestão, o que não é digerível não é lastro sem valor que tem de ser eliminado; efectivamente, estimula, embora só mecanicamente, as paredes intestinais, excita a função do intestino e actua assim eficazmente contra a prisão de ventre, de que hoje sofre a maior parte dos homens civilizados. A alimentação rica cm substâncias cruas contém sempre suficiente  quantidade de celulose «não-digerível». Uma evacuação intestinal mais rápida e perfeita evita a «putrefacção das proteínas» e, por isso,.

Endívia

28 Mai 2017
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Endívia

A endívia (Cichorium endívia), também da família das Compostas, constitui, com as suas folhas grandes densamente frisadas, uma planta para salada nos fins do Outono e Inverno, muito apreciada nestas épocas. A variedade mais frequente de folhas, cuja cor vai do verde ao amarelo, oferece às vezes um leve sabor amargo, que é considerado por muita gente como mais um incentivo. É precisamente este elemento amargo que produz o efeito de aumentar a actividade da vesícula biliar e de actuar como diurético.

Romãs

26 Mai 2017
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Romãs

A romãzeira (Punica granatum), pertencente à família das Mirtáceas, é rara na Europa Central, mas cultiva-se em grande quantidade na Europa do Sul e no Norte de África. É uma das espécies cultivadas desde os mais antigos tempos e empregadas em usos domésticos. Nos textos do antigo Egipto encontra-se mencionada sob o nome de «schedech-it» uma espécie de limonada que se obtinha da polpa da romã, um pouco ácida e refrescante. No Pentateurco regista-se com frequência como os Hebreus, durante a sua peregrinação pelo deserto, dirigidos por Moisés, acharam a falta das romãs e das uvas do Egipto. No templo de Salomão foi usada a romã como motivo decorativo. Também.

Coentro

23 Mai 2017
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Coentro

Entre as Umbelífcras, encontra-se também o coentro (Coriandrum sativum), cultivado e subespontâneo entre as messes e campos de quase todo o Portugal. O coentro semeia-se directamente de Março a Abril em filas de 25cm de separação. O peso de mil sementes é de 9,1 a 9,8 g; a capacidade de germinação é de 77 % em média; germinação em duas ou três semanas. Para 100 m2 calculam-se 250 g de semente, sendo a colheita nessa mesma extensão de uns dez a vinte quilos. Quando os frutos começam a amadurecer cortam-se as plantas ou então debulham-se ou expõem-se ao sol sobre panos até os frutos caírem maduros. O coentro seco é.

Levedura

21 Mai 2017
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Levedura

Os antigos remédios medicinais voltam a ser descobertos de vez em quando. Assim aconteceu com a levedura, que volta a ter grande popularidade. O «Pai da Medicina», Hipócrates, já conhecia o emprego e o valor da levedura. Os monges medievais empregavam-na contra as chagas, e nos tempos modernos é empregada na «depuração do sangue» e na cura de furúnculos. Composição Só a idade moderna, com os seus conhecimentos sobre o significado das vitaminas e das hormonas, tomou a levedura como objecto de investigação. Observou, com assombro, que na levedura se encontrava um verdadeiro tesouro de matérias de grande actividade biologica, como vitaminas (sobretudo do grupo B), valiosos aminoácidos,’ assim como.