Alecrim

Alecrim

O alecrim (Rosmarinus officinalis) é frequente nos lugares secos e pedregosos, charnecas e pinhais do Centro e Sul de Portugal. Cultiva-se em todo o País. Pouco antes de dar flores, cortam-se cuidadosamente os rebentos e arrancam-se as folhas. Seca rapidamente, se se colocar num celeiro sombrio e ventilado. Durante lodo o ano conserva valor como condimento. Deve ser guardado em recipientes hermeticamente fechados. Composição e propriedades O óleo essencial (de 1 a 2,5 %) os terpenos, o ácido tânico e o aloés que contém constituem os principais elementos activos do alecrim. Aplicações medicinais O alecrim possui um quádruplo campo de acção: a) O aparelho gastrintestinal, cujas glândulas excita para uma.

Reconstituintes naturais param a fraqueza do sistema nervoso

Reconstituintes naturais param a fraqueza do sistema nervoso

Ao chegarmos aqui, há que insistir, mais uma vez, nas especiais propriedades dietéticas da levedura, do leite e do mel para todas as pessoas que sofrem de debilidade ou doenças do sistema nervoso. Muitos destes doentes têm comprovado a capacidade curativa destes alimentos simples e naturais, quando, impondo-se também uma vontade firme e decidida , tomaram diariamente meio litro de leite, algumas colheres pequenas de levedura seca e de mel misturadas, durante algum tempo ou com carácter permanente, em vez dos excitantes ou drogas consumidos em quantidade excessiva. As características especiais destes alimentos já foram enunciadas na primeira parte deste livro. As correspondentes formas de preparação encontram-se nas receitas 7,.

Ácido pantoténico

Ácido pantoténico

Modo de actuação Intervém no metabolismo das proteínas e gorduras; é necessário para a desintoxicação de corpos estranhos, (por exemplo, medicamentos) e, em geral, é imprescindível para a formação e o funcionamento dos tecidos. É necessária para a conservação das características defensivas da pele e das mucosas contra as infecções e para o desenvolvimento normal dos processos metabólicos na pele e nas suas formações glandulares. Fontes naturais Levedura, cereais, fruta, legumes, leite. Necessidades diárias no homem Ainda insuficientemente conhecida: aproximadamente 10 mg. Ainda não foi fixada a, unidade internacional. Fenómenos produzidos pela falta de vitamina Transtornos metabólicos, perturbações funcionais nas cápsulas suprarrenais, descolonção e queda do cabelo, doenças da pele.

Ceboleta Francesa

Ceboleta Francesa

A ceboleta francesa (Allium shoenoprasum) pertence à Família das Liliáceas. Cultivado e espontâneo em regiões montanhosas. A ceboleta francesa silvestre pode colher-se entre a Primavera e o Outono, cortando-se em pequenos tufos à superfície do solo. Quanto possível empregar-se-á crua, visto que ao secar perde muito do seu valor como condimento. Se se quer secar, deve proceder-se lenta e cuidadosamente. A planta prefere o solo calcário, rico em húmus e um pouco húmido. A partir de Março começa a sua cultura com a sementeira em alfobres ou em vasos. As plantas já fortes transplantam-se. Outro meio de reprodução é a plantação de estacas de raiz no Outono, que se enterram.

Berberis

Berberis

O berberis ou uva-espim (Berberis vulgaris) vive no Norte de Portugal em matagais e bosques das zonas montanhosas, florescendo nos meses do Verão. Os frutos constituem bagas grandes e ovais, chatas, em forma de abano, primeiramente verdes e quando maduram vermelhas, com um ponto negro na parte superior, que sustentam duas sementes grandes e cilíndricas. A polpa do fruto produz um sabor ácido, mas agradável e bastante concentrado. A partir do mês de Agosto, cortam-se os cachos inteiros, antes que as bagas estejam completamente maduras. Em casa, desprendem-se as bagas dos talos e deixam-se prontas, o mais depressa possível. Substâncias activas conhecidas até agora: o envólucro da raiz contem alcalóides.