A alimentação no tratamento e profilaxia da paralisia infantil

A alimentação no tratamento e profilaxia da paralisia infantil

No tratamento da paralisia infantil (poliomielite), conforme as experiências obtidas durante os últimos anos, volta-se a dar grande importância à alimentação. Em todas as doenças infecciosas produz-se durante a fase aguda um maior consumo de proteínas, gorduras, vitaminas e fermentos. Isto exige também a paralisia infantil, expressando-se tal facto com a perda considerável de peso durante as primeiras três a seis semanas. A perda de substância orgânica é de grande importância para a capacidade defensiva nesta grave doença. As substâncias defensivas estão geralmente unidas com um núcleo proteínico e devem estar representadas na alimentação diária. Verifica-se realmente nos três primeiros dias nos doentes de paralisia infantil um crescente aumento de.

Envasadura

Envasadura

Podemos conservar frescas durante o Inverno um reduzido número de plantas para condimentos se no Outono as plantarmos em vasos (envasadura) e durante o Inverno as deixarmos desenvolver-se num local iluminado e quente junto da janela.

Carne

Carne

O homem não é «naturalmente» carnívoro Até meados do século XIX, o consumo de carne na Europa era bastante baixo. Por exemplo, no ano de 1810 era apenas de 18 quilos por cabeça. Por influência da teoria de que a capacidade de rendimento do homem pode aumentar com o consumo, considerável de albumina, especialmente mediante o consumo de carne, aumentou o consumo até que, ao começar o século xx, subiu para 56 quilos por pessoa e por ano. O grande desenvolvimento industrial simultâneo, tornando mais escasso o tempo disponível, pode também ter influído na preferência cada vez maior por pratos de carne de preparação rápida e que satisfazem o apetite,.

Mudanças na alimentação

Mudanças na alimentação

A alimentação natural O decisivo e, para o nosso estudo, o mais importante são as deformações da nossa alimentação, conforme já se vêm produzindo de há séculos a esta parte. Estão estreitamente relacionadas com a civilização e a técnica. Antigamente, os povos da Terra alimentavam-se de modos muito diversos. A base da alimentação era para uns o arroz e para outros o milho e entre nós os cereais panifiçáveis. A necessidade de carne satisfazia-se mediante a pesca, a caça ou, na maioria dos casos, mediante a criação de gado. Nos países tropicais consumiam-se, sobretudo, gorduras vegetais, e nos países árticos quase unicamente gorduras animais. O consumo de vegetais e de fruta.

Maçãs

Maçãs

A maçã (Pitus malus) já era conhecida e apreciada entre os povos cultos da Antiguidade. Encontramos o seu cultivo tanto entre os Israelitas, Gregos e Romanos, como entre os nossos mais remotos antecessores. Da Idade Média temos numerosos testemunhos que nos informam sobre o alto nível do cultivo da maçã e mais especialmente acerca do cultivo da maçã silvestre. Em numerosos cruzamentos com tipos da Europa, Ásia e Ultramar, apareceram as variedades hoje conhecidas, que passam de 600. Muitos milhões de maçãs proporcionam hoje não só um apetitoso alimento como também uma valiosa matéria-prima para numerosos ramos de indústria, como sejam os fabricos de marmeladas e de sumos. Botânicamente, a.